Ex-meia Marquinhos relembra título da Copa do Brasil de 1992

O ex-meia-atacante Marquinhos, do Internacional no início dos anos 1990, relembrou, em entrevista concedida à rádio Colorada, a passagem por Porto Alegre e o histórico título da Copa do Brasil em 1992. Marquinhos foi um dos pilares daquele Inter, que foi campeão nacional e era treinado por Antônio Lopes.

A entrevista concedida ao programa Velhas Súmulas pode ser conferida no player:

Sport Club Internacional · Rádio Colorada | Entrevista: Marquinhos | 10/07/2021

A conversa com o ex-meia-atacante Marquinhos também pode ser acessada no Spotify do Inter.

O programa Velhas Súmulas vai ao ar aos sábados na rádio Colorada geralmente das 14h às 15h30 – neste sábado, a veiculação ocorreu a partir das 13h. Durante 90 minutos, entrevistas com personagens da história do Inter, detalhamento de fatos importantes da trajetória do Clube do Povo, além de leituras de trechos de livros, crônicas e textos sobre futebol preenchem as tardes de sábado da emissora oficial do Internacional.

Aos domingos também, quando o programa é reproduzido como reprise. Neste final de semana, a veiculação vai ao ar às 14h.

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Caíco recorda título da Copa do Brasil de 1992 e gol na final

Um ás formado no Celeiro, que depois foi campeão nacional com o Inter, que mais tarde voltou ao Clube para ajudar a formar novos atletas e hoje é parte comissão técnica do time principal colorado. Este resumo é da trajetória do ex-meia-atacante Caíco, atualmente auxiliar técnico do Internacional. Uma vida conectada à Academia do Povo.

Caíco em ação durante jogo do Inter. Foto: Antonio Vieira

O autor do decisivo gol alvirrubro na primeira final da Copa do Brasil de 1992 falou sobre sua infância colorada, sua formação como atleta no Inter, o título nacional e também acerca da trajetória como jogador e profissional de futebol em entrevista ao programa Velhas Súmulas, da rádio Colorada, neste sábado (30/01).

A entrevista pode ser escutada no player abaixo:

Sport Club Internacional · Rádio Colorada | Entrevista com o ex-meia-atacante Caíco | 30/01/2021

A entrevista também pode ser acessada no Spotify do Inter.

O programa Velhas Súmulas vai ao ar aos sábados na rádio Colorada geralmente das 14h às 15h30. Durante 90 minutos, entrevistas com personagens da história do Inter, detalhamento de fatos importantes da trajetória do Clube do Povo, reportagens especiais, além de leituras de trechos de livros, crônicas e textos sobre futebol preenchem as tardes de sábado da emissora oficial do Internacional.

Aos domingos também, quando o programa é reproduzido como reprise. Neste final de semana, a veiculação vai ao ar às 15h30, antecedendo o programa Portões Abertos e a Jornada Esportiva para a partida do Internacional contra o Red Bull Bragantino, válida pela rodada 33 do Campeonato Brasileiro da Série A.

Acompanhe ainda a programação da emissora oficial do Inter durante a semana: de segunda a sexta-feira, o Programa do Inter, o noticiário colorado mais completo do rádio, vai ao ar a partir das 18h via internet e FM 95.5 da rádio Sara Brasil.

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Ex-lateral Daniel Franco relembra início no futebol e título da Copa do Brasil

Daniel da Costa Franco, ex-lateral-esquerdo do Internacional nos anos 1990, é um dos tantos exemplos de jogadores formados no Celeiro de Ases que saiu campeão com a equipe principal colorada. O ex-atleta e hoje treinador foi o entrevistado do programa Velhas Súmulas, da rádio Colorada, neste sábado (19/09). Ele recordou seu começo de relação com o futebol, as etapas na base e time profissional do Colorado, além do inesquecível título da Copa do Brasil de 1992.

Sport Club Internacional · Rádio Colorada | Entrevista com o ex-lateral Daniel Franco | 19/09/2020

O material também pode ser acessado no Spotify do Inter.

O programa Velhas Súmulas vai ao ar aos sábados na rádio Colorada das 14:00 às 15:30. Entrevistas com personagens da história do Inter, detalhamento de fatos importantes da trajetória do Clube do Povo, reportagens especiais, além de leituras de trechos de livros, crônicas e textos sobre futebol preenchem as tardes de sábado da emissora oficial do Internacional. Aos domingos também, quando o programa é reproduzido como reprise às 14:00.

Acompanhe ainda a programação da rádio Colorada durante a semana: de segunda a sexta-feira, o Programa do Inter, o noticiário colorado mais completo do rádio, vai ao ar a partir das 18 horas.

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Ex-zagueiro Pinga recorda 1992 e sua relação com o Inter

O ex-zagueiro Pinga, do Internacional nos anos 1980 e 1990, revisitou momentos de sua trajetória como atleta do Clube e períodos da infância, quando era um pequeno torcedor colorado. Ele fez isto durante entrevista concedida à Rádio Colorada, a emissora oficial do Inter.

Pinga [D] em campo pelo Inter

Na tarde deste sábado (27/06), no programa Velhas Súmulas, Jorge Luís da Silva Brum, o nosso Pinga, dividiu duas recordações que colocam lado a lado o jogador e o torcedor do Inter que ele foi: “O jogo [final do Campeonato Brasileiro de 1975] foi realizado à tarde, mas 7 horas da manhã, 8 horas da manhã, a minha família já estava na fila do Beira-Rio, esperando o portão abrir para nós acessarmos o estádio. Isto me marcou muito porque na decisão da Copa do Brasil nós estávamos no Beira-Rio e eu via aquela fila se repetir. Uma fila que saía do Beira-Rio, atravessava o pátio, o estacionamento e ia dar lá no Parque Gigante. Naquele momento eu comecei a fazer as comparações do momento em que eu era torcedor, estava participando daquela fila, e hoje [13/12/1992, dia da segunda final da Copa do Brasil] eu sou um jogador que estou olhando para essa mesma fila, mesmos torcedores que amam o Clube, que vem para cá para incentivar”.

Pinga, no decorrer da conversa, também destacou os obstáculos que o Inter, treinado por Antônio Lopes, enfrentou naquela decisão de título nacional com o Fluminense: “Nós tivemos uma dificuldade em jogar no Rio de Janeiro. Desde chegada lá, torcida nos hostilizou. Espaço para aquecimento. A genialidade do Caíco fez com que melhorasse muito para nosso lado. Fluminense procurou amarrar o jogo [de volta]. Sofriam faltas e demoravam dois minutos para reiniciar. Fizeram cera, não permitindo que a gente jogasse. Lance que mais me marcou foi quando Daniel sofreu a falta e eu estava caminhando para ir para a área adversária. Eu passei pelo Maurício e falei: ‘vem comigo porque eu vou fazer este gol’. Fui para a área. Luciano cobrou a falta, ela veio na minha direção, eu dominei a bola, infelizmente ela fugiu do meu controle, eu tinha ângulo para bater a gol, mas como ela fugiu um pouco, o zagueiro do Fluminense veio na minha direção para disputar a jogada. São lances que revivo até hoje na memória. Memória de torcedor”.

Sport Club Internacional · Rádio Colorada | Entrevista com o ex-zagueiro Pinga | 27/06/2020

Os 13 anos sem obter títulos nacionais ajudaram a tornar a atmosfera do Beira-Rio puramente tensa quando o Inter, tendo perdido o jogo de ida da final por 2 a 1, teve o pênalti marcado nesta jogada. Com aquela penalidade convertida em gol bastaria para o Colorado se aproximar do título do torneio. Pinga imaginava possibilidades extremas na cobrança: “O Célio Silva tinha uma personalidade muito forte. Não falou nada para ninguém nem olhou para o banco [de suplentes]. Colocou a bola e eu pensei: ‘o Célio Silva ou vai estourar essa rede ou ele vai colocar essa bola lá no Gigantinho. A primeira imagem que veio na minha cabeça foi um treinamento dele batendo com uma força muito grande’. E eu repeti para ele: ‘Célio, pensa na tua família e faz o gol’ “.

Pinga complementa dizendo que preferiu não ver diretamente a cobrança de Célio: “Dei as costas e fui caminhando em direção ao Fernández, lá do outro lado. Quando eu chegar lá no Gato, eu só quero ver a reação da torcida. Se o Beira-Rio explodir, foi gol. Se acontecer uma outra reação, o Célio colocou essa bola lá no Gigantinho. E ele não cobrava esse pênalti. E eu me aproximando do Gato Fernández. Aquele filme começou a passar na minha cabeça: minha lesão, minha recuperação, o esforço da minha família, tudo aquilo que eu tinha passado. E eu poderia ser compensado com o maior presente que o futebol poderia ter me dado que é ser campeão da Copa do Brasil pelo Internacional. A partir do momento que o Beira-Rio rugiu, explodiu, veio o alívio e eu pensei: ‘agora é o momento de nos fecharmos aqui e acabou o jogo. Não vai passar nada. Não vai acontecer mais nada porque temos condições de nos segurarmos’. Foi o que aconteceu”.

Acompanhe a programação da Rádio Colorada: de segunda a sexta-feira, a partir das 18 horas, o Programa do Inter aborda o noticiário sobre as equipes alvirrubras e o futebol local, nacional e estrangeiro; aos sábados, das 14 horas às 15 horas e 30 minutos, o Velhas Súmulas revisita a história mais que centenária do Internacional através do relato de quem a construiu.

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A pintura de Caíco: relembre o golaço do aniversariante, em 1992

Aniversariante desta sexta-feira, dia 15 de maio, Caíco fez história vestindo a camisa do Clube do Povo. Revelado no Celeiro de Ases, o habilidoso meia fez sucesso no Beira-Rio durante os anos 1990, conquistando, além de títulos, convocações para a Seleção Brasileira. Atual auxiliar técnico do Inter, Caíco teve um capítulo especial em sua história de amor com o Colorado. Quem nunca sonhou em marcar um golaço numa final de campeonato defendendo o time do seu coração? Caíco foi abençoado com esse momento de epifania.

E que momento! Com apenas 19 anos, ele já despontava na equipe principal como grande revelação do time de 1992, finalista da Copa do Brasil daquele ano diante do Fluminense. A primeira partida da decisão foi levada pelo time carioca para o acanhado Estádio das Laranjeiras, onde poderia impor uma maior pressão sobre o Colorado. Mas o guri de Porto Alegre não se intimidou e marcou uma verdadeira pintura que encaminhou o título para o Beira-Rio. Aos 7 minutos do segundo tempo, Caíco recebeu pelo lado esquerdo, driblou um, driblou dois, driblou três e, na saída do goleiro, bateu com a calma e categoria que aos craques pertencem. 

Confira abaixo:

Imagens: Rede Globo

“Foi um gol muito bonito. Recordo até hoje que o Marquinhos (meia) me falava ‘Caíco, pega a bola e vai pra cima, no último quarto do campo não tem mais o que fazer’. Eu tinha a característica do drible, tive a felicidade de driblar dois ou três e, na saída do goleiro, fazer o gol”

Caíco, campeão da copa do brasil de 1992

Há dois anos, o ídolo concedeu entrevista exclusiva para o quadro ‘Memória Colorada’, da TV Inter, contando detalhes da sua carreira, resenhas de vestiário e bastidores do caminho rumo ao inédito título conquistado em 1992. Confira abaixo na íntegra: