Consulados arrecadam três toneladas de alimentos em ação solidária no Litoral Gaúcho

Grandes representantes do Clube do Povo no Litoral Norte Gaúcho, os Consulados do Internacional das cidades de Osório, Tramandaí e Imbé, em parceria com os consulados gremistas, promoveram ações solidárias com o objetivo de arrecadar alimentos para destinar à população que vive em situação de vulnerabilidade social.

A ação, intitulada ‘Litoral x Fome’, foi realizada através de Rifa e Live Solidárias. Abraçada pelos torcedores da dupla Gre-Nal no Litoral Gaúcho, a iniciativa arrecadou cerca de R$ 13.250,00, valor revertido na compra de três toneladas de alimentos. A quantidade foi distribuída entre os consulados participantes da ação, que já iniciaram a entrega conforme as demandas recebidas.

Banco de Sangue recebe doações dos colorados de Caxias do Sul

Uma iniciativa que já se tornou rotina entre os colorados caxienses: a doação de sangue. E é claro que neste mês de setembro não poderia ser diferente.

Integrantes do Consulado de Caxias do Sul vestiram a camisa vermelha e, em mais um gesto de solidariedade, se deslocaram até o Banco de Sangue da cidade para contribuir com a elevação dos estoques.

Consulado de Montenegro-RS realiza campanha solidária

Em pouco mais de três meses de campanha, a 10ª edição da ‘Colorado Solidário’, ação promovida pelo Consulado e Associação dos Colorados de Montenegro-RS, arrecadou mais de 80 cestas básicas, além de centenas de peças de roupas e pares de calçados. Os donativos foram encaminhados para a Cáritas da Igreja Matriz da cidade, que fará a distribuição para famílias em situação de vulnerabilidade social.

Dia dos Pais: colorados contam sobre o amor entre avô, pai, filho e Inter

“Pai, por que tu fazes tudo isso pelo Inter?”, perguntou o pequeno Tales. Após uma breve pausa, ele ouve: – “Filho, não tem como te explicar, mas um dia tu entenderás”. Esse foi um dos primeiros diálogos do colorado Tales com seu pai. Passaram-se os anos e tudo o que ouvia em relação ao Inter fez sentido. Neste domingo especial, Dia dos Pais, colorados contam, através de depoimentos, sobre a influência dos pais e avós em sua paixão pelo Internacional.


Tales (D) com seu pai e filhos

“Não sei precisar quando foi o início da minha devoção a religião colorada. Porém, jamais poderei esquecer o responsável por me apresentar a ela: meu pai. Quando criança, via meu pai explodindo em sentimentos pelo Inter. Eram gritos, pulos, vibrações, sorrisos, lágrimas e eu custava a entender o significado daquilo tudo. “Pai, por que tu fazes tudo isso pelo Inter?”. Neste momento, vivenciei algo que nunca mais esquecerei. Meu pai olhou-me calmo, com serenidade e ternura e, após alguns minutos em silêncio, disse, “Não tem como te explicar, mas um dia tu entenderás”. O tom da resposta dele, misteriosa, porém, taxativa, esteve em meus pensamentos durante um tempo. Um dia eu entenderia e assim foi. Com o tempo aprendi a sentir, em cada gol, cada abraço com ele, cada grito e cada choro o que aquele silêncio significava.

Hoje, vivenciando os ensinamentos dele, entendo que o Inter, meu pai e eu somos uma simbiose e a nossa relação não existe sem o que mais nos aproxima: o louco amor pelo Internacional. Há cinco anos, mais um membro foi adicionado a nossa mutação colorada, o Bento, meu primogênito. Recentemente tivemos outra adição, o Caetano, meu segundo filho. Diariamente eu repito com eles o mesmo ritual, quase sagrado, que vivenciei, de transmitir esse sentimento colorado.

Não poucas vezes, eu fico imaginando quando for a minha vez de responder, “Por que, Pai, tudo isso pelo Inter?” Anos se passaram desde a pergunta que fiz a meu pai e somente hoje, sendo também pai, eu compreendo a incapacidade dele de explicar o Inter. Ocorre, que não há palavras no dicionário com capacidade de descrever o que é isso tudo. Amor? É raso! Paixão? Não chega! Devoção, apego, carinho, afeto, ternura, é sempre pouco e inútil. O significado do Inter em nossas vidas é indescritível e inalcançável, e, assim como o meu pai, sei milhões de outros pais colorados fracassaram ao tentar explicar o Inter, mas transmitiram os mesmos sentimentos. Hoje, sei que somente nós, colorados, sabemos sentir isso, pois, formamos uma nação que, como diz o nosso hino, vive a exaltar o Internacional.

Meu pai me ensinou o que de mais lindo se pode ensinar a um filho e eu pretendo fazer o mesmo com os meus, ensiná-los a viver intensamente os sentimentos. Vivo com os meus filhos e com o Inter a pura emoção de sentir, sem explicações, teorias ou entendimentos, apenas sentimentos, pois, me perdoem, mas aqueles que conseguem explicar o Inter, é por que não entendem nada do que é ser colorado”.

Tales Cronst – Ijuí/RS


“Não enxergo outra maneira de falar sobre futebol sem lembrar a figura de meu avô paterno, Pedro Kern. Um autêntico colorado. Nele, brotava a essência de um verdadeiro torcedor. E, para atestar essa afirmação, não é necessário fazer esforços hercúleos. Basta perguntar para qualquer morador de Taquari/RS que, assim como eu, teve o privilégio de conviver com o famoso ‘Pedrinho Jornaleiro’.

Seu Pedrinho Jornaleiro, avô de Juliano Kern

Os mais saudosos recordam com clareza cada conversa. Montado em sua inseparável bicicleta, meu avô saía pelas ruas da cidade. Primeiro, entregando jornais; depois, vendendo pastéis. Sem esconder sua verve aflorada e a identificação com o Inter, todos o conheciam pelo seu coloradismo inabalável. Tal qual um atleta fardado com o manto alvirrubro dentro de campo, ele jogava junto com o time, ligado sempre no rádio ou na televisão. Depois, repercutia o resultado dos duelos. Tocava ou recebia flauta. Parte de uma paixão que, naturalmente, se inflamava em época de Gre-Nal. Pedrinho era (e ainda é) o Inter, e o Inter era (e ainda é) o Pedrinho. Pela trajetória e pela bravura, os dois se completam.

Hoje, estou na honrosa posição de vice-cônsul do Internacional em Taquari, e carrego o orgulho de ter nascido filho de um dos colorados forjados pela raça, pela luta, pela entrega e pela paixão de um guerreiro que tão bem representou as cores vermelho e branco. Ao lado de meu avô, tive a sorte de testemunhar as maiores glórias do Clube do Povo. Certamente, os momentos mais felizes das nossas vidas.

Juliano e pai

Até sua partida para a eternidade, em 2014, Pedrinho compartilhou histórias, colecionou incontáveis amigos e defendeu com unhas e dentes seu Internacional. Missão esta que seguirei cumprindo. Neste Dia dos Pais, saúdo aquele que, para mim, será sempre o maior de todos. Exemplo de simplicidade, humanidade e altruísmo. Características que se fundiram com a admiração por um incomparável time de futebol. Não há como falar de Inter sem que minha memória regresse e reverencie esta pessoa que, mesmo agora distante fisicamente, levarei comigo até o último dos meus dias”.

Juliano Kern – Taquari/RS


“Tudo começou pelo amor ao futebol e com a influência paterna logo veio o amor ao ‘Colorado’, como meu eterno pai Lineu chamava. Lembro-me de jogar futebol com ele aos domingos antes do almoço. À noite, sempre me contava histórias sobre o Inter e sobre alguns jogadores da década de 1970. O auge era quando escutávamos aos jogos do Inter na radinho a pilha e se estendia até o pós-jogo acompanhando a jornada esportiva. Mas como ser colorado sem o manto sagrado? Não pedia presentes porque a vida era muito difícil, mas fui surpreendido com o maior dos presentes em meio a um Natal. Agora sim, tudo estava completo com a minha camisa vermelha. Lembro que em 1997, quando conquistamos o título do Gauchão, fizemos a maior festa no centro da cidade. Como de costume, meu pai ficou encostado na parede de loja contemplando a carreata, o ‘buzinaço’ e o ‘bandeiraço’ que nós colorados fazíamos. Aquele dia é inesquecível.

Mesmo com o avanço das tecnologias meu pai nunca deixou de ser fiel ao rádio. Eu mantive a rotina de atravessar a cidade para ver os jogos em um ponto de encontro de colorados, local onde fiz muitas amizades. Ao chegar em casa era com ele que comentava com ele sobre o jogo. Nos títulos de 2006, 2007, 2008, 2010, a história se repetia: lá estava o meu pai, acompanhando as carreatas encostado no mesmo lugar de sempre.

Em 2011 resolvi me tornar sócio e contribuir com o meu Clube do coração. Em 2015 o Consulado Colorado de Canguçu-RS foi reaberto. Em 2017 me tornei cônsul da cidade, uma honra que me emociona a cada dia. Como forma de agradecimento por eu ter me tornar colorado, tomei a iniciativa de associar meu pai ao Clube do Povo e a alegria ficou completa.

Meses depois, tive a maior das derrotas com sua partida. Lá se ia meu companheiro de tantas jornadas. Desde esse dia, eu sempre peço para que de onde quer que ele esteja, que ilumine o nosso Colorado e a nossa família”.

Cícero Gomes – Canguçu/RS

Dezenas de cobertores são arrecadados pelo Consulado de Alegrete-RS

Em meio ao frio intenso do inverno do inverno gaúcho, o Consulado da cidade de Alegrete-RS, localizada na Região Sudoeste do Rio Grande do Sul, participou de uma campanha solidária promovida pela Rádio Nativa FM e Portal Alegrete Tudo, com o objetivo de aquecer os mais necessitados. Graças a mobilização dos colorados alegretenses, em apenas três dias foi possível arrecadar cerca de 160 cobertores. As peças foram entregues para dezenas de pessoas em situação de vulnerabilidade social.

Consulado de Caxias do Sul engajado na vacinação contra a Covid-19

Nas últimas semanas, diversos colorados e coloradas da cidade de Caxias do Sul-RS vestiram o manto alvirrubro para uma ocasião muito especial: se vacinar contra a Covid-19 nas Unidades Básicas de Saúde. Já na última sexta-feira (23/07), a movimentação se repetiu junto à UBS São Victor/Cohab. Além do compromisso cidadão para com a vida e a saúde pública, a imunização contribui com o processo de retorno dos colorados ao Estádio Beira-Rio, que ainda não tem data prevista para acontecer.

Colorados da Região Metropolitana doam sangue ao Hemocentro de Porto Alegre

Devido à pandemia da Covid-19, os Bancos de Sangue e Hemocentros têm registrado baixa nas doações. Pensando nisso, os consulados da Regional de Porto Alegre realizaram uma campanha para incentivar doação de sangue entre a torcida colorada. No mês de junho, mais de 20 pessoas se prontificaram para doar ao Hemocentro da Capital, que é referência na distribuição de sangue para os municípios da Região Metropolitana.

Meia tonelada de alimentos é arrecadada pelo Consulado de Pantano Grande

Através de uma campanha solidária que mobilizou toda a comunidade, o Consulado Colorado da cidade de Pantano Grande, situada no Vale do Rio Pardo, arrecadou mais de meia tonelada de alimentos e produtos de higiene. Os donativos foram encaminhados ao Centro Terapêutico, que atende a cerca de 20 idosos no município. 

‘Galeto Solidário’ é realizado pelo Consulado de Rio Grande

Mais de R$600,00 foram arrecadados na 4ª edição do Galeto Solidário, ação promovida pelo Consulado Colorado de Rio Grande. Com o lucro da venda dos combos, o grupo de torcedores fará a compra e posterior repasse de pacotes de fraldas descartáveis para a Associação Santa Casa de Rio Grande. O próximo Galeto Solidário está previsto para o mês de agosto.

Consulado de Bom Jesus-RS arrecada cestas básicas

Em Bom Jesus-RS, cidade localizada na região dos Campos de Cima da Serra, o Consulado do Internacional promoveu, durante junho passado, uma campanha solidária para arrecadar alimentos. A ação se estendeu durante todo o mês e, com o apoio da comunidade, reuniu cerca de 40 cestas básicas. As doações foram encaminhadas para a Paróquia da cidade, que fará a distribuição para as pessoas mais necessitadas.