Luto pela perda de Lia Therezinha Carvalho

Com grande pesar recebemos a notícia do falecimento de Lia Therezinha Carvalho, mãe do ex-presidente colorado Fernando Carvalho. Neste momento de dor, desejamos força para os amigos e familiares, que recebem o abraço de toda a torcida do Internacional.

Lia Therezinha Carvalho/Foto: Reprodução

Luto pelo falecimento de Alexandre Bessil

O Sport Club Internacional lamenta o falecimento do conselheiro e ex-vice-presidente de Planejamento Alexandre Tesheiner Bessil. Neste momento de dor, toda nossa solidariedade à família e aos amigos.

Pesar pelo falecimento do colaborador Edson Prates

É com profundo pesar que o Sport Club Internacional comunica o falecimento de Edson Prates, colaborador do Clube há mais de 45 anos. Figura querida e de grande dedicação no departamento de futebol profissional, deixará saudades entre familiares e amigos. Em respeito à memória de Prates, a bandeira do Inter está a meio mastro no pátio do Beira-Rio.

Pesar pelo falecimento da consulesa Regina Schaurich

O Relacionamento Social do Sport Club Internacional manifesta pesar pelo falecimento da consulesa Regina Schaurich, do consulado colorado na cidade de Silveira Martins, no Rio Grande do Sul. Grande torcedora, Regina atuou durante muitos anos no consulado, cumprindo a missão de representar o Internacional no município. O Clube se solidariza com todos os familiares e amigos neste momento de dor.

Luto pelas partidas de Florindo e Heyder

Um dia duplamente triste para o povo colorado. Com enorme pesar recebemos a notícia do falecimento de duas importantes figuras da história alvirrubra, ambos vitimados pela pandemia de Covid-19. Florindo, lenda do Rolinho na década de 1950, e Heyder, destaque do Inter nos anos 1980, nos deixaram nesta terça (23/02).


O Gigante de Ébano

Intransponível Florindo!

Ídolo que marcou época nos Eucaliptos, Florindo, o ‘Gigante de Ébano’, foi um dos maiores zagueiros da história do Internacional. Contratado por indicação do igualmente marcante Teté, o defensor vestiu as cores do Clube do Povo de 1951 a 1959, quando integrou o icônico Rolinho, formação tetracampeã citadina e estadual, sucessora do Rolo Compressor.

Titular no primeiro Gre-Nal do Estádio Olímpico, Florindo foi um dos destaques do eterno 6 a 2 colorado. Apesar do batismo da casa rival, porém, o clássico mais marcante para a biografia do defensor foi outro. Também na casa gremista, certa feita arrancou aplausos de azuis e vermelhos ao cortar, de bicicleta, arremate endereçado às redes do Clube do Povo.

Florindo é o segundo em pé da direita para a esquerda

Herói da “SeleInter” campeã do Pan-Americano de 1956, quando oito dos 22 convocados atuavam no Colorado, foi durante o torneio, realizado no México, que o defensor conquistou o especial apelido. À família do ídolo, o Clube do Povo está prestando toda assistência necessária neste momento de luto. Afinal, além de craque, Florindo era também um apaixonado pelo Inter.

Em setembro de 2019, às vésperas de completar 90 anos, o Gigante de Ébano visitou o Gigante da Beira-Rio e prestigiou a apresentação do quinto Relatório Anual da Discriminação Racial no Futebol. Já acometido pelo mal de Alzheimer, Florindo não deixou de conceder entrevista para a Rádio Colorada, onde ressaltou sua paixão pelo Internacional.

“É grande a emoção que estou sentindo, fica difícil falar. Aqui no Clube fiz grandes amigos, como Larry, Bodinho, Canhotinho… todos eles. Falar do Inter faz meu coração saltar, assim como o carinho do torcedor. Nunca vou esquecer do que vivi aqui.”

Florindo
Florindo visitou o Beira-Rio em setembro de 2019

Sport Club Internacional · Memória | Entrevista de Florindo para a Rádio Colorada, em setembro de 2019

O driblador Heyder

Heyder aterrorizava laterais-esquerdos

Após passagem por clubes como Cruzeiro, Flamengo e Bahia, Heyder chegou ao Internacional em maio de 1987, levado pelo técnico Ênio Andrade e posteriormente treinado por Abel Braga. Com a camisa alvirrubra, foi peça importante para o Colorado chegar às finais do Brasileirão de 1988 e 89. Além disso, foi destaque na Copa Libertadores de 1989, principalmente na goleada por 6 a 2 sobre Peñarol, quando jornais uruguaios chegaram a considerá-lo sucessor de Garrincha, tamanho o estrago causado na defesa charrua.

Heyder, o primeiro agachado da esquerda para a direita

Nascido no dia 1 de dezembro de 1959, em Belém do Pará, o ex-ponta direita faleceu aos 61 anos. Heyder vivia na sua cidade natal, onde trabalhava como funcionário público desde que pendurou as chuteiras. Relembre a histórica goleada sobre o Peñarol!

De parte do Internacional, fica o agradecimento a dois jogadores que tanto fizeram pela história colorada. O Clube também deseja força e conforto para os familiares, que sempre encontrarão no Beira-Rio um lar para chamar de seu.

Especial da Rádio Colorada homenageia Maradona

O mundo do futebol acompanhou com grande emoção o velório e posterior cortejo do corpo de Diego Armando Maradona. Realizado nesta quinta-feira (26/11), o evento mobilizou centenas de milhares de argentinos, em justa homenagem a um dos maiores jogadores de todos os tempos. O posto de ídolo foi atingido atingido por El pibe de oro através de antitética e romântica carreira, que a Rádio Colorada fez questão de homenagear em especial. Confira:

Créditos dos áudios
Manu Chao – La Vida Tombola;

Enrique Campos – El Sueño del Pibe;

Los Del Fuego – A Mi Manera;

Trecho de entrevista com Ernesto Cherquis Bialo ao programa “Cada Noche” da Televisão Pública Argentina;

O Programa do Inter da última quarta-feira (25/11) também repercutiu com grande cobertura a morte de Dom Diego. Ídolo xeneize, ex-camisa 10 do Boca Juniors campeão do mundo com a equipe hermana em 2003, Pedro Iarley comentou os anos que viveu no time de coração de Maradona e a relação simbiótica do craque com a Bombonera.

Lateral colorado responsável por marcar o argentino na estreia deste pelo Barcelona, ocorrida nas semifinais do Joan Gamper de 1982, Beretta lembrou a dura missão de anular ‘o mais humano dos deuses’. Ouça as entrevistas:

Sport Club Internacional · Rádio Colorada | Entrevista com ex-atacante Pedro Iarley | 25/11/2020

Sport Club Internacional · Rádio Colorada | Entrevista com ex-lateral Beretta | 25/11/2020

Luto pela morte de Maradona

O futebol está de luto. Um dos maiores jogadores da história do esporte, ídolo máximo do povo argentino e reverenciado aos quatro cantos, Diego Armando Maradona faleceu nesta quarta-feira (25/11), aos 60 anos de idade. O Pibe de Ouro, como era carinhosamente chamado em sua terra natal, estava dentro de casa, em Tigre, quando sofreu uma parada cardíaca. O mais humano dos deuses, assim definido por Eduardo Galeano, deixa um rico legado para a maior paixão mundial, história recheada de títulos e genialidade, e que conta, inclusive, com um breve encontro com a trajetória do Internacional.

Revelado pelo Argentinos Juniors, camisa que defendeu entre 1976 e 1981, Maradona dá nome o Estádio do clube, instituição apelidada como ‘Semillero del Mundo’ por sua tradição em revelar grandes craques. Dos colorados de Buenos Aires seguiu para o Boca, com quem conquistou o Nacional de 1981, à época chamado de Torneio Metropolitano.

No ano passado, Inter visitou as dependências do Estádio Diego Armando Maradona

A estadia em La Bombonera durou pouco, uma vez que em 1982, pouco antes da Copa do Mundo da Espanha – a primeira que disputaria -, foi negociado com o Barcelona. Sua estreia pelo gigante catalão ocorreu no Torneio Joan Gamper, tradicional competição amistosa realizada no Camp Nou com o objetivo de apresentar o elenco blaugrana à torcida culé. O adversário da ocasião? Exatamente o Clube do Povo.

Panfleto de divulgação do Torneio Joan Gamper de 1982/Foto: Divulgação

O debut de Dom Diego ocorreu no dia 24 de agosto de 1982, em partida das semifinais do torneio amistoso. Diante de quase 120 mil pessoas, o Barcelona enfrentou um estrelado Inter, escalado pelo técnico Ernesto Guedes com Benítez no gol; Edevaldo, Mauro Pastor, André Luís e Beretta, depois Müller, na zaga; Ademir, Cléo, depois Sílvio, Mauro Galvão e Rubén Paz no meio; Paulo César e Silvinho, depois Andrezinho, no ataque. Definida como a melhor geração blaugrana em 20 anos, a escalação dos donos da casa não conseguiu vencer a segurança colorada.

Maradona sofreu com marcação implacável de Beretta

Mantida a igualdade sem gols até o apito final, a decisão foi para as penalidades. Do lado gaúcho, Ruben Paz, André Luís, Ademir e Andrezinho marcaram. Para os catalães, apenas Maradona converteu. Por 4 a 1, o Clube do Povo venceu e seguiu rumo à decisão, onde superaria, por 3 a 1, os ingleses do Manchester City. Confira especial de 2017 sobre os 35 anos da conquista:

No Barcelona, Maradona alternaria entre altos, quando chegou a ser aplaudido de pé pela torcida do Real Madrid em pleno Bernabéu, e baixos. Campeão da Copa do Rei, seguiu para o Napoli, onde escreveria novo capítulo como divindade. Já amado pelo povo argentino, viraria autoridade máxima no sul da Itália por conquistar dois Campeonatos Italianos, uma Copa da Uefa, uma Copa da Itália e uma Supercopa da Itália.

Maradona (E) e Falcão (D) foram rivais na Itália

Durante os anos que viveu em Nápoles, Maradona também conquistou, como protagonista, a Copa do Mundo de 1986. Escolhido o melhor jogador da competição, reluziu como nunca nas quartas de final, quando através de um gol de mão – a famosa Mano de Dios – e outra pintura, deixando diversos adversários no chão, garantiu o triunfo hermano por 2 a 1 sobre a Inglaterra, vingando, para o povo argentino, a recente derrota na Guerra das Malvinas.

Maradona ainda disputaria as Copas de 1990 e 1994, além de vestir as camisas de Sevilla, Newell’s Old Boys e, uma vez mais, Boca Juniors, clube pelo qual se aposentou dos gramados. Em sua despedida, realizada em 2001, o gênio reconheceu seus erros, simbolizados nas punições por uso de drogas, em frase tão icônica quantos os dribles que aprontava dentro de campo. “Errei e paguei, mas o que fiz em campo não se apagou”.

“Si yo fuera Maradona

Viviría como él

Porque el mundo es una bola

Que se vive a flor de piel”

Manu Chao, músico francês

No ano de 2005, Dom Diego participou de partida preliminar ao duelo de volta das quartas de final da Sul-Americana, disputada entre Boca e Inter, na Bombonera. Aos 45 anos de idade, marcou um gol na vitória xeneize por 6 a 0 sobre o Racing. Em respeito à gigante trajetória construída pelo ídolo mundial, a bandeira do Beira-Rio foi posicionada a meio mastro na tarde desta quarta-feira (25/11). Os duelos entre Inter e Boca, válidos pelas oitavas da Libertadores 2020, foram, pelo mesmo motivo, adiados pela Conmebol. Gracias por todo, Pibe!

Maradona exibia rara simbiose quando vestindo azul y oro/Foto: Twitter Boca Juniors, DVG

Adiado confronto com o Boca Juniors

Em sinal de luto à memória de Diego Armando Maradona, maior ídolo do futebol argentino e um dos principais jogadores da história do esporte, a Conmebol acaba de anunciar o adiamento dos duelos entre Inter e Boca Juniors, válidos pelas oitavas de final da Libertadores da América. O confronto de ida, que ocorreria nesta quarta-feira (25/11), às 21h30, no Beira-Rio, será disputado na próxima semana. Confira as novas datas:

Partida de ida:
Inter x Boca Juniors – Estádio Beira-Rio
02/12/2020 – 21h30 de Brasília

Partida de volta:
Boca Juniors x Inter – La Bombonera
09/12/2020 – 21h30 de Brasília.

Luto pelo falecimento do conselheiro Luiz Fernando Difini


O Inter manifesta pesar pelo falecimento do conselheiro Luiz Fernando Difini. Colorado atuante na vida do Clube, também ocupou os cargos de secretário geral, de vice-presidente de futebol e de serviços especializados nos anos 1990.

O velório será realizado a partir das 17h desta segunda no Cemitério da Santa Casa, em Porto Alegre, e o sepultamento será às 18h. A bandeira oficial do Clube está a meio mastro em sinal de luto.

Luto pelo falecimento de Emídio Perondi

O Internacional lamenta o falecimento do seu ex-conselheiro Emídio Perondi, ocorrido na noite deste sábado, aos 82 anos. Ex-presidente da Federação Gaúcha de Futebol (FGF), Emídio ocupou em cinco ocasiões uma cadeira no Conselho Deliberativo colorado: de 1997 a 2000, de 2003 a 2006, de 2009 a 2012, de 2013 a 2016 e de 2017 a 2019. O Clube do Povo deseja força aos familiares e amigos.