Abel Braga – o treinador que mais comandou o Inter na história

Abel Braga alcança na partida deste domingo, contra o Vasco, uma marca histórica. Será o treinador que mais comandou o Colorado, com 338 jogos, em toda história. Nesta entrevista exclusiva ao Canal do Inter, o comandante relembra suas passagens pelo Clube, títulos, jogos marcantes, identificação e o sonho que tem pela frente.

Ídolo, Príncipe Jajá completa 67 anos

Gaúcho da capital, Jair Gonçalves Prates completa, neste sábado (11/07), 67 anos de idade. Em comemoração, o ídolo concedeu entrevista para o programa Velhas Súmulas, da Rádio Colorada. Emocionado, lembrou dos tempos de Beira-Rio com grande orgulho, destacando o carinho que sente pelo Clube do Povo. Confira a íntegra da conversa abaixo ou nos nossos perfis em Spotify e SoundCloud!

“Quando um jogador veste essa camiseta, ele tem que colocar a alma. Você precisa se doar até a morte e ganhar a partida. O Internacional é alma, é dedicação, superação e, eu considero, é a minha casa. Eu me criei aí dentro. Cada cantinho, cada tijolo, eu vi surgindo no Beira-Rio, na época que a torcida levava um tijolo cada um. É uma honra muito grande fazer parte dessa história.”

Sport Club Internacional · Rádio Colorada | Entrevista com ex-jogador Jair, “príncipe Jajá” | 11/07/2020

A trajetória rumo à realeza colorada

Camisa 8 às costas, avança pela direita do gramado do Gigante em velocidade, tramando com Valdomiro. Do companheiro, recebe bom passe, que domina colocando na frente. Um, dois, três passos depois, diminui o ritmo das passadas e engatilha a perna direita. Ato contínuo, manda uma bomba – como sempre, indefensável. Gol do Inter! Gol de Jajá, o Príncipe, que comemora mais uma de suas 117 pinturas com a camisa colorada.

Nascido em 1953, o ídolo colorado carrega, desde o berço, o futebol em seu DNA. Filho de Laerte III, também jogador, ao longo da infância Jair perambulou por Brasil e América acompanhando a carreira do pai. Crescido no meio da bola, conviveu, ao longo de toda a infância, com grandes nomes do esporte, a exemplo de Garrincha, Quarentinha e Manga, goleiro de quem seria companheiro de equipe no futuro.

De volta a Porto Alegre, Jair realizou, na segunda metade da década de 60, teste para a base do Internacional. Aprovado, passou a integrar geração que contava com craques a exemplo de Falcão, Escurinho e Batista. Com o Celeiro, conquistou a Taça São Paulo de Juniores de 1974, primeiro dos cinco títulos colorados na competição. No mesmo ano, chamou a atenção de Rubens Minelli, que alçou o jovem ao grupo principal.

Time de juniores do Inter com Falcão, o último em pé da direita para a esquerda, e Jair, o segundo agachado

Dedicado e polivalente, o futuro Príncipe conquistou a estima do técnico bicampeão nacional pelo Inter. Dono de grande qualidade, o meia-direita também atuava como volante, ponta e lateral, convertendo-se, assim, em um verdadeiro coringa, que soube aproveitar o período de treinos com os craques colorados para abstrair todos os ensinamentos possíveis. Já adaptado ao ambiente profissional, começou a cavar seu espaço no time em 1975, durante excursão do Clube do Povo pela Europa, realizada entre os meses de fevereiro e março, e encerrada com 13 vitórias e uma igualdade em 14 partidas disputadas

Jair marcou o gol do Clube do Povo na vitória por 1 a 0 sobre o Cesena, da Itália. Realizada no dia 6 de março, a partida, quarta da excursão, foi a primeira disputada contra um time ‘forte’ da Europa, equipe que encerraria o Calcio daquele ano classificada para a Copa da UEFA. Saído do banco, Jajá entrou no lugar de Valdomiro para decidir o jogo e atrair todos os holofotes em sua direção. Melhor em campo, despertou o interesse de equipes do país da bota, mas todas as sondagens foram prontamente rechaçadas pelo Inter, que sabia da importância que o jovem assumiria, em breve, no elenco alvirrubro.

“A excursão ajudou o Internacional a pegar experiência, deu o conjunto necessário para o Inter! Ficamos 45 dias juntos, jogamos contra todas equipes imagináveis. Enfrentamos o time do Didi (Fenerbahçe, atual campeão turco) que, na época, falou que a gente tinha que ter cuidado, pois seríamos goleados. No intervalo, ele foi no nosso vestiário e pediu calma, estava 4 a 0. Esta experiência deu muita base, especialmente para os jovens. Com ela, o grupo se uniu mais ainda.

O mesmo fascínio provocado por Jair nos italianos foi visto no restante da imprensa europeia em relação aos comandados de Minelli, que foram apelidados como ‘o novo Ajax’, time holandês que no início da década 70 conquistara, com o brilho de Cruijff, Neeskens e companhia, três Liga dos Campeões consecutivas. Passados mais de 45 anos da excursão, como o depoimento de Jajá revela, é possível afirmar que a viagem foi fundamental para dar corpo a um elenco que, muito em breve, faria história.

O Inter retornou para Porto Alegre em ritmo alucinante, pronto para conquistar o heptacampeonato gaúcho, que veio em agosto, e o primeiro Brasileirão de sua história, levantado no dia 14 dezembro graças ao Gol Iluminado de Figueroa, contra o Cruzeiro. Na semifinal nacional, diante da ‘Máquina Tricolor’, foi Jajá quem serviu boa assistência para Carpegiani marcar, em lance de pura genialidade, o segundo tento alvirrubro na vitória por 2 a 0 sobre o Fluminense, no Maracanã.

Amadurecido e com o refino técnico de sempre, em 1976 o ex-meia recebeu uma sequência maior no time. Como consequência, demonstrou ainda mais seu futebol de altíssimo nível, disputando quase todas as 23 partidas da campanha do Bicampeonato brasileiro, onde marcou oito gols. Entre suas vítimas, é claro, esteve o Grêmio, que, no único Gre-Nal válido pelo torneio, realizado no Beira-Rio, sofreu um tento do ídolo.

Igualmente suas assistências fizeram sorrir a Maior e Melhor Torcida do Rio Grande, e valeram-lhe apelido que até hoje acompanha o ídolo. Na decisão do Gauchão, foi de Jair a assistência para o gol do título, marcado por Dario, o “Rei Dadá”, e que garantiu ao Inter o inédito e jamais igualado Octa estadual. Na entrevista pós-jogo, o requisitado artilheiro revelou que, se ele era o monarca, Jajá merecia ser Príncipe, assim formando a realeza colorada.


Ídolo continental

Após um 1977 marcado pela ausência de títulos, Inter e Jair reencontraram o caminho das taças na temporada seguinte, com a conquista do Gauchão. Na decisão, disputada no Olímpico, o Clube do Povo superou os donos da casa por 2 a 1, gols de Valdomiro para o Colorado, o último completando, de cabeça, cruzamento açucarado do Príncipe.

Foi em 1979, porém, mais especificamente no segundo semestre, que Jair viveu seu auge com a camisa colorada. Titular absoluto, formou, com Falcão e Batista, o trio de meio-campistas do Inter no Brasileirão daquele ano, muitas vezes acompanhado, na armação, por Mário Sérgio, que atuava na esquerda do ataque. À frente dos craques, Valdomiro, pela direita, e Bira, centroavante, aterrorizavam qualquer rival, assim como a defesa, intransponível, que contava com João Carlos e Cláudio Mineiro nas laterais, e os Mauros Galvão e Pastor no miolo de zaga.

Comandado por Ênio Andrade, Jajá exalou elegância no Time que Nunca Perdeu. Ainda durante a fase de pontos corridos, por exemplo, marcou o gol da vitória no Gre-Nal 251. Disputado no dia 6 de outubro, no Beira-Rio, o clássico foi definido graças a um foguete do camisa 8, que mandou cobrança de falta direto na bochecha da rede do goleiro Manga, ex-companheiro de Inter e amigo de seu pai.

A estrela de Jair reluziu como nunca nos confrontos eliminatórios do Nacional. Na abertura das semifinais, em São Paulo, o camisa 8 marcou, após venenoso arremate de fora da área, que ainda quicou na frente de Gilmar antes de morrer nas redes alviverdes, o primeiro gol da gigante vitória por 3 a 2 sobre o Palmeiras.

No jogo de volta, disputado diante de um Beira-Rio completamente lotado, o Príncipe abriu o placar para o Clube do Povo, também na etapa final, em lindo chute da entrada do grande retângulo palestrino. O tento foi o único do Colorado no duelo, encerrado em 1 a 1, placar que classificou o Inter para a decisão.

Todos os anos de empenho e dedicação de Jair com a camisa alvirrubra, bem como o Brasileirão de excelência que o meio-campista realizava pelo Clube do Povo, foram recompensados no dia 23 de dezembro de 1979. Apoiado por dezenas de milhares de colorados e coloradas que, empolgados com a vitória por 2 a 0 na ida, no Maracanã, coloriram o Beira-Rio em clima de carnaval que honrou a biografia popular do Internacional, Jajá entrou para a história do futebol brasileiro aos pontuais 41 minutos do primeiro tempo.

Acionado por Bira, exibiu excelente posicionamento para, nas costas da zaga do Vasco, disparar em velocidade e dominar livre, cara a cara com Leão. Já na matada, cortou o goleiro, abrindo para a perna direita e invadindo a área. Com o gol aberto, tocou rasteiro para as redes e partiu em direção ao abraço. O Tri ficava ainda mais próximo, e seria confirmado, no segundo tempo, após triunfo por 2 a 1, que ainda contou com gol de Falcão.

Jair seguiu brilhando pelo Inter na temporada de 1980. Vice-campeão da Libertadores e terceiro colocado no Brasileirão, acumulou cartaz continental suficiente para, no ano seguinte, após breve passagem pelo Cruzeiro, ser negociado com o Peñarol. Na equipe carbonera, vestindo a 10, ganhou Uruguai, América e mundo, assim se eternizando, também, como ídolo aurinegro. Na sequência, em 1984, Jajá retornou, por alguns meses, para o Clube do Povo.

Muito mais breve do que a anterior, a segunda passagem de Jair pelo Inter ficaria marcada pelas conquistas do Torneio Heleno Nunes, competição nacional, e da japonesa Copa Kirin. Também no ano de 1984, Jajá marcaria os últimos de seus 117 gols com a camisa colorada, números que o colocam, atualmente, na nona posição da lista de maiores artilheiros da rica história do Internacional.

“Há pouco eu fiquei sabendo que estou como o nono goleador da história do Clube, entre os 10 goleadores da história do Sport Club Internacional, o que muito me honra! Eu era um meia-direita e estou fazendo parte dos goleadores do Clube! Pra mim, foi muito importante. Massageia o ego da pessoa, lógico, mas pelo trabalho que teve, e foi um trabalho bem árduo – e bem feito.”

Definitivamente, Jajá foi um atleta paradoxal. Meio-campista clássico, da pompa de cabeça erguida e passadas largadas, oferecia às equipes que defendeu um dinamismo muito à frente de seu tempo. Diamante lapidado no Celeiro de Ases, já era vencedor antes de chegar ao profissional colorado, onde, de fato, fez história. Multicampeão, exibe na prateleira pessoal inúmeros troféus alvirrubros – e muitos outros charruas. Feitos relevantes, mas que não se comparam ao tamanho do espaço que conquistou no coração da Maior e Melhor Torcida do Rio Grande. Com o camisa 8, o povo se identificava. Por ele, torcida. Graças a ele, vibrava. E como vibrou. Obrigado por tudo, Jair. Feliz aniversário, eterno Príncipe!

Eufórica, a Coreia ovaciona o Príncipe do povo colorado/Foto: Divulgação

D’Alessandro se torna o argentino com mais partidas em Libertadores

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A Libertadores é diferente. Principal torneio da América, mistura cores, nuances, aromas e ritmos. Participar do campeonato, sonho de todas as equipes espalhadas do Mar do Caribe ao Cabo Horn, é um privilégio para poucos. Ser protagonista? Condição ainda mais rara. Brilhar vestindo as cores de algumas das instituições mais tradicionais do continente, então, converte-se em oportunidade oferecida apenas a atletas diferenciados. Caso, por exemplo, de Andrés Nicolás D’Alessandro, camisa 10 colorado, que nesta quarta-feira (19/2), durante duelo entre Inter e Tolima, na Colômbia, assumiu o posto de argentino com mais partidas disputadas no certame.

Ídolo colorado, D’Ale já disputou 85 confrontos válidos pelo principal torneio de clubes do continente. Todos, registre-se, por equipes campeãs. Após estrear no certame vestindo as cores do River, e com os ‘Millonarios’ atuar em três edições consecutivas, defendeu, em 2008, o San Lorenzo – verdade seja dita, antes de o time do coração do atual Papa levantar a taça. Por fim, desde 2010 ‘El Cabezón’ tem envergado o manto do Clube do Povo em todas as edições que contaram com a presença do Inter. Argentino de nascença, no mais meridional estado brasileiro virou divindade e, por aqui, converteu-se em uma personificação da Libertadores. Hermano, nascido no país de mais títulos na competição, ostenta rica história no Brasil, segundo na lista de troféus. Assim, fundindo ao murgueiro embalo buenairense a malemolência típica das terras brazucas, tornou-se único. Praticamente um jogador híbrido. Absolutamente único, como seus números na ‘Copa’ provam.



A estreia de D’Alessandro em partidas de Libertadores aconteceu no dia 22 de fevereiro de 2001. No Monumental de Núñez o River recebia o The Strongest, da Bolívia, em partida válida pela fase de grupos da competição. Comandados pelo ídolo Ramón Díaz, dono da casamata desde 1995 e campeão da América no ano seguinte, os Millonarios tinham como grande estrela o meio-campista Ariel Ortega, à época acompanhado por outro atleta de destaque, Eduardo Coudet, na região central do campo.

Transcorridos nove minutos do segundo tempo do confronto entre argentinos e bolivianos, Andrés foi chamado e pôde debutar no torneio. Entrou exatamente na vaga de Ortega, com o placar já indicando o 2 a 0 para os mandantes. Em campo, teve boa atuação, e ajudou na construção do impactante 5 a 1 hermano. Promovido aos profissionais no segundo semestre da temporada anterior, D’Ale aproveitou a edição de 2001 da Libertadores para somar minutos ao longo dos cinco jogos que disputou. Notório em seu desempenho, chegou a encerrar o torneio como titular, iniciando a partida de volta das quartas de final entre River e Cruz Azul, encerrada com triunfo dos mexicanos, que naquele ano seriam vice-campeões do continente.

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River campeão do Clausura em 2002. Foto: Site River Plate

Foi também figurando entre os 11 iniciais que D’Alessandro abriu a Libertadores do ano de 2002. Titular nas primeiras partidas, logo passou a ocupar posição de destaque no time Millonario. Insinuante, somou assistências e ganhou ainda mais casca no torneio. Assim, se na temporada anterior fora um importante membro do grupo, em sua segunda edição da ‘Copa’ já se destacava como um dos principais atletas do elenco platense. Deste posto, inclusive, evoluiu para o papel de protagonista em 2003. Comandado, então, por Manuel Pellegrini, e credenciado pela participação fundamental que exercera na conquista do Clausura argentino do semestre passado, El Cabezón anotou quatro gols no certame, inclusive sobre os brasileiros do Corinthians, nas oitavas de final. De alto nível, suas atuações despertaram o interesse do velho continente, flerte que teve como consequência, em breves meses, a venda do argentino para o Wolfsburg, negociação esta que interrompeu sua sequência de participações em campeonatos sudacas.

O retorno de Andrés à América aconteceu em 2008. Ano em que chegou ao Inter, também foi de passagem, no primeiro semestre, pelo San Lorenzo, equipe que defendeu na Libertadores. Nas oitavas, D’Alessandro teve de encarar o grande desafio de enfrentar seu ex-time. Após vitória por 2 a 1 no jogo de ida, a Azulgrana se viu, transcorridos 15 minutos da segunda etapa, com dois a menos em campo e derrotada, parcialmente, por 2 a 0. A eliminação parecia inevitável para todos, menos aos visitantes que, embora encarando um Monumental de Núñez lotado e o poderio ofensivo dos Millonários treinados por Diego Simeone e estrelados por Falcão Garcia e Loco Abreu, buscaram o empate. E o fizeram maestrados pela canhota de D’Ale, que serviu Bergessio, autor dos dois tentos, no momento deste anotar o segundo.

A história no principal torneio continental de D’Alessandro e Internacional foi iniciada em 2010. Com título, o segundo do Clube do Povo, primeiro do ídolo, e também protagonismo. Impecável na armação de jogadas, vibrante e sanguíneo para encarar os famosos obstáculos que a Libertadores exige de seus pretendentes, Andrés encerrou a temporada sendo premiado como o ‘Rei da América’. Suas exibições contra Banfield, no Beira-Rio, quando o Clube do Povo precisou reverter desvantagem de 3 a 1 da partida de ida, e nos primeiros 90 minutos da decisão, contra o Chivas, no México, são exemplos de lembranças que ainda hoje alegram o nostálgico imaginário da Maior e Melhor Torcida do Rio Grande.

Não foi em 2010, contudo, que D’Ale anotou seu primeiro tento em Libertadores vestindo vermelho. Toda a espera, todavia, foi compensada com uma verdadeira pintura marcada sobre o Jorge Wilstermann, em 2011, durante vitória colorada pelo placar de 3 a 0, no Beira-Rio. Na edição seguinte o argentino voltou a balançar as redes, desta vez do Once Caldas, na Colômbia, em partida de volta da Pré-Libertadores. Nenhuma temporada foi tão artilheira com o manto colorado, no entanto, quanto a de 2015, quando nosso ídolo marcou quatro gols, incluindo uma obra de arte diante do Atlético-MG, no Gigante.

Emprestado pelo Inter, em 2016 D’Alessandro retornou ao River Plate e, por lá, disputou sua quarta Libertadores com a camisa millonaria. Comprovando o momento fulminante e matador que vivia, o argentino marcou mais três gols, assim chegando a 13 em sua história no torneio. Desde seu retorno ao Colorado, o camisa 10 participou da edição de 2019, atuando em todas as 10 partidas do Clube do Povo no certame, e segue atuando agora em 2020, quando já esteve em campo nos três confrontos pelo Inter jogados. Confira a relação de todas as partidas do ídolo alvirrubro em Libertadores:

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2001:

1) (Grupos) River Plate 5 x 1 The Strongest – 22/02/2001 – substituiu Ortega aos 9 minutos do segundo tempo.
2) (G) El Nacional 1 x 0 River Plate – 28/02/2001 – substituiu Chacana.
3) (G) The Strongest 4 x 1 River Plate – 05/04/2001 – substituiu Zapata.
4) (Quartas de final) River 0 x 0 Cruz Azul – 23/05/2001 – substituiu Álvarez.
5) (QF) Cruz Azul 3 x 0 River – 30/05/2001 – Começou como titular.

2002:

6) (G) River Plate 0 x 0 Talleres – 14/02/2002 – Primeira vez que jogou 90 minutos.
7) (G) River Plate 0 x 1 América-MEX – 28/02/2002 – Atuou os 90 minutos.
8) (G) River Plate 2 x 0 Cortuluá-COL – 07/03/2002 – substituiu Cambiasso.
9) (G) América-MEX 0 x 0 River Plate – 13/03/2002 – substituiu Chori Domínguez.
10) (Oitavas de final) River Plate 1 x 2 Grêmio – 24/04/2002 – substituiu Ortega.
11) (OF) Grêmio 4 x 0 River – 02/05/2002 – Começou como titular.

2003:

12) (G) Deportiva Cali 2 x 0 River – 19/02/2003 – Atuou os 90 minutos.
13) (G) River 3 x 0 Libertad – 27/02/2003 – Atuou os 90 minutos.
14) (G) Emelec 3 x 1 River – 13/03/2003 – Substituiu Husaín.
15) (G) River 2 x 1 Deportivo Cali – 20/03/2003 – Atuou os 90 minutos.
16) (G) Libertad 0 x 2 River – 02/04/2003 – Começou jogando e marcou, aos 36 do segundo tempo, seu primeiro gol no torneio.
17) (G) River 2 x 0 Emelec – 17/04/2003 – Substituiu Pereyra e marcou seu segundo gol no torneio.
18) (OF) River 2 x 1 Corinthians – 01/05/2003 – Começou jogando e marcou seu terceiro no torneio.
19) (OF) Corinthians 1 x 2 River – 14/05/2003 – Começou jogando.
20) (QF) River 2 x 1 América de Cali – 20/05/2003 – Atuou os 90 minutos e marcou seu quarto gol no torneio.
21) (QF) América de Cali 4 x 1 River – 27/05/2003 – Atuou os 90 minutos.

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Foto: Divulgação

2008:

22) (G) Caracas 2 x 0 San Lorenzo – 12/02/2008 – Atuou os 90 minutos.
23) (G) San Lorenzo 0 x 0 Cruzeiro – 21/02/2008 – Atuou os 90 minutos.
24) (G) San Lorenzo 1 x 0 Real Potosí – 25/03/2008 – Começou jogando.
25) (G) Cruzeiro 3 x 1 San Lorenzo – 03/04/2008 – Começou jogando.
26) (G) San Lorenzo 3 x 0 Caracas – 16/04/2008 – Começou jogando.
27) (OF) San Lorenzo 2 x 1 River – 30/04/2008 – Atuou os 90 minutos.
28) (OF) River 2 x 2 San Lorenzo – 08/05/2008 – Atuou os 90 minutos.
29) (QF) San Lorenzo 1 x 1 LDU – 15/05/2008 – Atuou os 90 minutos.
30) (QF) LDU 1 x 1 San Lorenzo – 22/05/2008 – Atuou os 90 minutos e converteu a sua penalidade.

2010:

31) (G) Deportivo Quito 1 x 1 Inter – 11/03/2010 – Sua estreia na competição pelo Inter. Substituiu Edu.
32) (G) Cerro 0 x 0 Inter – 18/03/2010 – Começou jogando.
33) (G) Inter 2 x 0 Cerro – 31/03/2010 – Começou jogando.
34) (G) Emelec 0 x 0 Inter – 14/04/2010 – Começou jogando.
35) (G) Inter 3 x 0 Deportivo Quito – 22/04/2010 – Atuou os 90 minutos.
36) (OF) Banfield 3 x 1 Inter – 28/04/2010 – Começou jogando.
37) (OF) Inter 2 x 0 Banfield – 06/05/2010 – Começou jogando.
38) (QF) Inter 1 x 0 Estudiantes – 13/05/2010 – Começou jogando.
39) (QF) Estudiantes 2 x 1 Inter – 20/05/2010 – Começou jogando.
40) (Semifinal) Inter 1 x 0 São Paulo – 28/07/2010 – Atuou os 90 minutos.
41) (SF) São Paulo 2 x 1 Inter – 05/08/2010 – Começou jogando.
42) (Final) Chivas 1 x 2 Inter – 11/08/2010 – Atuou os 90 minutos.
43) (F) Inter 3 x 2 Chivas – 18/08/2010 – Atuou os 90 minutos e foi campeão!

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2011:

44) (G) Emelec 1 x 1 Inter – 16/02/2011 – Atuou os 90 minutos.
45) (G) Inter 3 x 0 Jorge Wilstermann – 30/03/2011 – Atuou os 90 minutos e marcou seu primeiro gol no campeonato pelo Inter.
46) (G) Jaguares 1 x 0 Inter – 06/04/2011 – Atuou os 90 minutos.
47) (G) Inter 2 x 0 Emelec – 19/04/2011 – Atuou os 90 minutos.
48) (OF) Peñarol 1 x 1 Inter – 28/04/2011 – Atuou os 90 minutos.
49) (OF) Inter 1 x 2 Peñarol – 04/05/2011 – Atuou os 90 minutos.

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2012:

50) (Pré-Libertadores) Inter 1 x 0 Once Caldas – 25/01/2012 – Atuou os 90 minutos.
51) (PL) Once Caldas 2 x 2 Inter – 01/02/2012 – Atuou os 90 minutos e marcou gol, seu segundo pelo Inter na competição, sexto na carreira.
52) (G) Inter 2 x 0 Juan Aurich – 09/02/2012 – Atuou os 90 minutos.
53) (G) Santos 3 x 1 Inter – 07/03/2012 – Começou jogando.
54) (G) Juan Aurich 1 x 0 Inter – 19/04/2012 – Atuou os 90 minutos.

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2015:

55) (G) The Strongest 3 x 1 Inter – 17/02/2015 – Atuou os 90 minutos e marcou gol, sétimo seu no torneio, terceiro pelo Inter.
56) (G) Inter 3 x 1 Universidad de Chile – 26/02/2015 – Começou jogando e marcou gol, seu oitavo na competição, quarto pelo Inter.
57) (G) Inter 3 x 2 Emelec – 04/03/2015 – Começou jogando.
58) (G) Inter 4 x 0 Universidad de Chile – 16/04/2015 – Começou jogando.
59) (G) Inter 1 x 0 The Strongest – 22/04/2015 – Atuou os 90 minutos.
60) (OF) Atlético-MG 2 x 2 Inter – 06/05/2015 – Substituiu Alex.
61) (OF) Inter 3 x 1 Atlético-MG – 13/05/2015 – Começou jogando e marcou gol, seu nono na Libertadores, quinto pelo Inter.
62) (QF) Santa Fé 1 x 0 Inter – 20/05/2015 – Começou jogando.
63) (QF) Inter 2 x 0 Santa Fé – 27/05/2015 – Atuou os 90 minutos.
64) (SF) Inter 2 x 1 Tigres – 15/07/2015 – Atuou os 90 minutos e marcou gol, seu sexto com Inter, décimo na Libertadores.
65) (SF) Tigres 3 x 1 Inter – 22/07/2015 – Atuou os 90 minutos.

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2016:

66) (G) River Plate 1 x 1 São Paulo – 10/03/2016 – Substituiu Ponzio.
67) (G) The Strongest 1 x 1 River Plate – 16/03/2016 – Substituiu Alario.
68) (G) River Plate 6 x 0 The Strongest – 06/04/2016 – Começou jogando e marcou gol, seu 11º no torneio.
69) (G) São Paulo 2 x 1 River Plate – 13/04/2016 – Começou jogando.
70) (G) River Plate 4 x 3 Trujillanos-VEN – 21/04/2016 – Começou jogando e marcou dois gols, chegando a 13 na Libertadores.
71) (OF) Independiente del Valle 2 x 0 River Plate – 28/04/2016 – Começou jogando.
72) (OF) River Plate 1 x 0 Independiente del Valle – 04/05/2016 – Atuou os 90 minutos.

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Foto: Diego Haliasz/Site River Plate

2019:

73) (G) Palestino 0 x 1 Inter – 06/03/2019 – Substituiu Nico López.
74) (G) Inter 2 x 0 Alianza Lima – 13/03/2019 – Substituiu William Pottker.
75) (G) Inter 2 x 2 River Plate – 03/04/2019 – Começou jogando.
76) (G) Inter 3 x 2 Palestino – 09/04/2019 – Começou jogando.
77) (G) Alianza Lima 0 x 1 Inter – 24/04/2019 – Começou jogando.
78) (G) River Plate 2 x 2 Inter – 07/05/2019 – Substituiu Nico López.
79) (OF) Nacional 0 x 1 Inter – 24/07/2019 – Começou jogando.
80) (OF) Inter 2 x 0 Nacional – 31/07/2019 – Começou jogando.
81) (QF) Flamengo 2 x 0 Inter – 21/08/2019 – Começou jogando.
82) (QF) Inter 1 x 1 Flamengo – 28/08/2019 – Atuou os 90 minutos.

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2020:

83) (PL) Universidad de Chile 0 x 0 Inter – 04/02/2019 – Atuou os 90 minutos.
84) (PL) Inter 2 x 0 Universidad de Chile – 11/02/2019 – Começou jogando.
85) (PL) Tolima 0 x 0 Inter – 19/02/2019 – Substituiu Marcos Guilherme.

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A história de D’Alessandro em Libertadores, vale destacar, não acaba aqui. Recordes pessoais jamais foram sua ambição – pelo contrário. Um líder na acepção da palavra, sempre entregou tudo que pôde por sua equipe. Exatamente assim estará na próxima quarta, quando ao lado de seus companheiros, tanto de time, com quem lutará dentro de campo, quanto de coloradismo, que das cinquentenárias arquibancadas do Gigante apoiarão cada movimento da canhota argentina, buscará a classificação para a fase de grupos do mais prestigiado campeonato de clubes do continente.

Afinal de contas, é desta forma que seguirá escrevendo história. É como continuará somando feitos. Pois assim é Andrés: apaixonante. Vamo, Inter; e dale, D’Alessandro!