Saci visita escola de futebol em Porto Alegre

O sábado (28/08) foi de muita diversão na Academia de Futebol da Tarso, localizada no Bairro Mário Quintana em Porto Alegre. Isso porque o mascote colorado Saci aproveitou a manhã de sol para fazer uma visita aos alunos, que o receberam com muita alegria e emoção. O mascote foi até ‘convocado’ para jogar junto com a criançada.

A atividade foi viabilizada pelo Projeto Criança Colorada, que pretende promover a visita do Saci em outras escolas de futebol.

Saci leva alegria em visita a clínica de oncologia

Em mais uma iniciativa do Clube do Povo voltada à celebração do Outubro Rosa, o mascote Saci visitou, na manhã desta quinta-feira (22/10), a Oncologia Centenário, clínica localizada em São Leopoldo. A ação, organizada pela Diretoria Feminina em conjunto à vice-presidência de Relacionamento Social e ao Departamento de Futebol, dá continuidade ao tradicional engajamento colorado na promoção de ações de conscientização e prevenção ao câncer de mama, e fez a alegria dos pacientes do local, que receberam, além do carinho, kits com produtos licenciados do Internacional.

Nos últimos três anos, o Inter abriu as portas do Beira-Rio no mês de outubro para o desfile de centenas de voluntárias que acompanham pacientes no tratamento do câncer de mama. Em 2020, por conta da pandemia do novo coronavírus, a ação não pôde ser realizada, impeditivo que em nada arrefeceu o espírito solidário do Clube do Povo. A escolha de uma clínica no lugar de um hospital, ressalte-se, também ocorreu de modo a evitar o risco de aglomerações durante a visita do mascote colorado, como revela Debora Cravo, responsável pela Diretoria Feminina.

“Neste ano, por conta do risco de aglomerações, a gente também não pôde fazer visita a nenhum hospital. Aqui, estamos em uma clínica que trata todos os tipos de câncer, pequena, e que conseguimos organizar de forma a evitar ajuntamentos.”

Debora Cravo

Ao longo da visita, o Saci entregou aos pacientes kits com produtos licenciados do Internacional, incluindo a nova máscara facial personalizada nas cores do Outubro Rosa. Também foi oferecido um lanche, entregue pelo Futebol colorado na figura da coordenadora de Serviço Social, Patrícia Vasconcellos. O gesto, nas palavras de Debora, custará a sair da memória dos visitados.

“Foi uma ação bem bonita. Os pacientes amaram, todo mundo gostou demais. A visita será lembrada por muito tempo, foi tudo ótimo!”

Debora Cravo

Dia dos Coloradinhos: Clube do Povo promove ações com a criançada

Saci representou o Colorado em ações solidárias

Estamos vivendo um ano diferente de todos que já vivemos, porém, isso não significa deixar de celebrar uma data tão especial como o Dia das Crianças. Quando todos nós, não somente os mais novos, liberamos a criança que vive dentro de cada um e nos permitimos brincar e acreditar no futuro. Para marcar este 12 de outubro, um dia após a vitória sobre o Athletico-PR, pelo Brasileirão, Clube do Povo marcou mais dois golaços em ações fora das quatro linhas, com adesão direta de nossos craques.

Muitas instituições que atendem crianças estão comprometidas pela pandemia. Mas é possível, sim, fazer a nossa parte. O nosso mascote Saci fez uma visita especial para os pequenos da Cidade dos Anjos, no Centro Social Padre Pedro Leonardi, no Bairro Restinga, e na Escola de Educação infantil Tio Zé, no morro Santa Teresa, ambas em Porto Alegre. 

Além de todo seu carisma, o Saci ofereceu de presente brinquedos e camisas autografadas pelos jogadores, que poderão ser usadas para levantar fundos para as instituições.

E não parou por aí. Neste ano, nosso grupo de atletas lançou como inspiração o lema ‘Se puder, fique em casa’. Assim, a tradicional ação do vestiário junto à criançada também ficou em casa – no caso, no Beira-Rio. A iniciativa dos jogadores também contou com a participação do Saci para distribuir, por meio de ‘drive thru’, presentes para funcionários com filhos de até 12 anos. 

Em cada pacote, foi oferecido um kit com uma bola do Inter, máscaras personalizadas do Clube, um pacote de doces, suco, refrigerante e uma mensagem especial, enviada diretamente do grupo de jogadores: 

“Um ano diferente no qual teus pais, com muita coragem e determinação, estiveram exercendo seu trabalho. Seja no Clube, para ficar tudo pronto quando pudéssemos voltar a jogar, ou de casa, também fazendo com que o nosso Inter continuasse funcionando. Como forma de agradecimento, queremos celebrar esse ano confraternizando com vocês essa data, filhos dos nossos colegas, da nossa casa, do nosso Inter! Continuem se cuidando, higienizando bem as mãos, usando a máscara. Logo tudo isso vai passar!”

Relacionamento Social preserva clima de jogo nas arquibancadas do Beira-Rio

Louco amor colorado está sempre presente no Beira-Rio

No lugar do imponente silêncio das arquibancadas, a reprodução do canto eufórico da torcida. Conquistada neste sábado (22/08), a vitória colorada sobre o Atlético-MG foi mais uma a contar com o apoio do povo vermelho, multidão que, mesmo de casa, esteve muito bem representado no Beira-Rio.

Nas últimas partidas disputadas pelo Inter como mandante, a vice-presidência de Relacionamento Social do Inter, através do departamento de Torcidas e Ambiente de Jogo, tem proporcionado aos consulados e às organizadas a possibilidade de estenderem suas faixas nas arquibancadas do Beira-Rio. Além de embelezar o Estádio, o gesto também corresponde à belíssima demonstração de amor ao Clube e de apoio ao time.

Para além do contato junto a consulados e torcidas organizadas, a equipe de Relacionamento Social também é responsável pelo Saci. Personificação da torcida nos jogos, representante também da responsabilidade social que o Inter carrega, o mascote do Clube do Povo continua levando, durante a pandemia, toda sua alegria, dedicação e comprometimento ao ambiente da partida. Desta forma o personagem transmite todo o sentimento enviado, de longe, pelos milhões de apaixonados colorados e coloradas.

Esta representatividade ameniza a saudade do futebol, sensação cada vez mais latente no coração da Maior e Melhor Torcida do Rio Grande, que desde março não pode ocupar, fisicamente, as arquibancadas do Beira-Rio. “O Relacionamento Social, mesmo sem poder ter a presença dos nossos consulados e da torcida nos jogos, sempre dá um jeito de, através dos panos das torcidas, das faixas dos consulados e da presença do Saci, levar o carinho do povo colorado para o Beira-Rio”, explica o vice-presidente de Relacionamento Social do Inter, Norberto Guimarães.

Para serem exibidas no Gigante, os representantes colorados podem enviar suas faixas para o Relacionamento Social até a data anterior à partida. O endereço para entrega é Avenida Padre Cacique, 891, Porto Alegre (CEP 90810240).

Saci visita projeto que alfabetiza crianças carentes durante a pandemia

Mesmo em meio a tantas dificuldades que o mundo anda passando, existem histórias que aquecem o nosso coração. É o caso da professora Angélica Puliesi, moradora do bairro Partenon. A colorada fundou o projeto Reforço do Amanhã, no qual oferece, dentro de casa, estudo e alfabetização, além de merendas, para crianças carentes que estão afastadas da escola por conta da pandemia. Durante esta terça-feira (16/06), o Saci esteve por lá para levar presentes e dar uma força representando o Clube do Povo.

Desempregada, Angélica se dedica, de segunda a sexta-feira, às aulas voluntárias. Dentro de sua casa, reformou o cômodo deixado pela filha que se casou e montou uma pequena sala para as aulas de reforço. Inicialmente, o projeto atenderia somente crianças de primeiro ano fundamental, mas hoje as aulas estendem-se a alunos de até quinta série. As turmas são organizadas em pequenos grupos com no máximo cinco alunos, sempre com as devidas proteções como máscaras e álcool em gel.

São crianças carentes que moram nas proximidades da Vila Maria da Conceição, estudam na rede estadual e, a exemplo de 25% da população brasileira (dados do IBGE), não têm acesso à internet. Além de receber o reforço escolar que não teriam alcance, os jovens permanecem envolvidos em uma atividade educativa e um maior tempo longe das ruas.

“Desde que me formei pedagoga, tive vontade fazer algo pelas crianças. Com essa pandemia e o fato de as crianças ficarem muito tempo longe da escola, fiquei preocupada. Principalmente as crianças que estão sendo alfabetizadas, é um período que elas perdem muito conteúdo. Um ano é muito tempo para eles”, conta a professora.

O Saci apareceu por lá de surpresa e deixou a molecada em êxtase. Arrancou sorrisos, distribuiu máscaras do Inter, materiais de higiene bucal e biscoitos com os nomes de cada um dos alunos. A dentista Priscilla Costa fez a doação de escovas de dentes e creme dental, enquanto Bianca Branco, da Bi Biscoitos, confeccionou as bolachas personalizadas.

“Foi uma tarde mágica, as crianças ficaram encantadas. Fiquei emocionada ao ver o sorriso e o brilho no olho de cada uma”, define a professora.

Toda a estrutura e materiais utilizados para manter o Reforço do Amanhã são levantados pela própria educadora e através de doações de amigos e parentes. Mas, se você puder, também pode ajudar. Basta entrar em contato com a professora Angélica Puliesi, através do número (51) 98580-4274, ou fazer uma doação diretamente na conta poupança.

Faça sua doação:
Banco: Caixa
Conta poupança: 013
Agência: 0445
Conta: 00049330-7

Inter participa de ações sociais

O Clube do Povo deu mais uma prova de seu espírito solidário na tarde da última quarta-feira (10/06). Representado pelo mascote Saci, o Colorado participou de ações sociais ao longo do dia, realizando a doação de máscaras em todas elas.

Inicialmente, representantes alvirrubros participaram da entrega de marmitas para 100 pessoas em situação de rua atendidas pelo programa ‘Prato Alegre’, da Prefeitura da capital gaúcha. Na sequência, atendendo convite feito pelo Padre Ceron, embaixador colorado, foram realizadas visitas às Casas Lar do Complexo Cidade dos Anjos e à Paróquia Nossa Senhora Aparecida, localizados no Centro Social Pedro Leonardi, bairro Restinga Velha. “Todos foram maravilhosos. Fica a nossa gratidão”, comentou Ceron.

O mais colombiano dos sacis

Originária das tribos indígenas localizadas no sul do Brasil, com destaque para a Região das Missões, a história do Saci narra um menino negro e brincalhão que adora pregar peças para enganar aqueles que cruzam o seu caminho. Reza a lenda que, para aprisionar o jovem do gorro vermelho, a pessoa deve arremessar uma peneira nos redemoinhos de vento deixados pelo sagaz perneta quando este se prepara para aprontar alguma de suas travessuras. Na sequência, para garantir que ele não voltaria a incomodar, seria necessário retirar-lhe o gorro e aprisioná-lo numa garrafa. Sorte a do Inter que esta parte do folclore brasileiro não parece ser muito conhecida no Uruguai. Pelo menos, foi esta a impressão deixada pelos milhares de charruas que se aglomeraram no Parque Central na noite de 27 de abril de 2006, há exatos 14 anos.

É bem verdade que na última vez que Inter e Nacional haviam se enfrentado antes de 2006 os uruguaios levaram a melhor. O que não os torna especialistas na cultura brazuca, uma vez que a derrota colorada na decisão de 1980 poderia muito bem ter passado por limitações do elenco vermelho. Limitações estas não técnicas, considerando que boa parte do grupo tricampeão brasileiro invicto seguia no Beira-Rio, mas, sim, culturais. Talvez faltasse àquele time, que parecia jogar por música, outros ritmos latinos mais acostumados à Libertadores do que a cultura brasileira, e que, misturados a esta, fariam aflorar todo o potencial de nossos costumes. Poderia, por exemplo, ser o caso do tango argentino, ou a milonga uruguaia. No confronto do século XXI, entretanto, o destino mostrou que estilo algum poderia ser melhor do que o tipo colombiano do ruque-raque, tão bem dançado por Rentería.

Wason Libardo Rentería Cuesta nasceu na cidade de Quidbó, localizada na região mais carente da Colômbia. Após se destacar vestindo a camisa do Boyacá Chicó, o atacante foi anunciado como reforço colorado em setembro de 2005, aos vinte anos de idade. Um dos destaques do Inter no segundo turno da histórica campanha no Brasileirão, encerrou a temporada com grande moral junto à torcida, principalmente por conta dos muitos gols decisivos que marcara. Foi em 2006, contudo, que a simpatia entre jogador e arquibancada evoluiu para uma verdadeira idolatria.

Gol vs Fluminense
Gol vs Coritiba
Gol vs Palmeiras

Em 2005, o atacante até já havia comemorado gols imitando o mascote colorado, segurando sua perna esquerda e saltando num pé só em frente às arquibancadas. Nada comparado ao que fez no dia 26 de março do ano seguinte, quando, após marcar o quarto gol do Inter na goleada de 6 a 2 sobre o São José, vestiu um gorro vermelho e colocou um cachimbo na boca, saltando apenas com a perna direita na direção da incrédula torcida. Deste momento em diante, as figuras de Rentería e do Saci passaram a ser indissociáveis no imaginário da Maior e Melhor Torcida do Rio Grande.

Rentería comemora, no Passo D’Areia, vestido de Saci

Ao mesmo tempo em que cativava por seu carisma, Rentería tinha participação destacada na fase de grupos da Libertadores. Segunda melhor campanha da fase de grupos, o Clube do Povo avançou para os confrontos eliminatórios com autoridade. No chaveamento, o colombiano brilhou contra o Pumas, no México, onde marcou um gol e deu assistência para outro na vitória do Inter por 2 a 1, de virada, e Maracaibo, equipe venezuelana derrotada por 4 a 0 no Beira-Rio, em partida que também contou com um tento e um passe para gol do atacante colombiano. Momentos que, embora grandiosos, em nada são comparáveis ao que estava por vir.

O adversário colorado nas oitavas foi o Nacional do Uruguai, equipe que já havia enfrentado o Inter na fase de grupos, quando foi derrotada pelo Clube do Povo por 3 a 0 no Beira-Rio, além de empate sem gols na capital uruguaia. Se as lembranças mais recentes se mostravam positivas, porém, a torcida vermelha não conseguia esquecer do traumático vice-campeonato da América em 1980, estando, portanto, receosa quanto ao confronto. Mesmo assim, mais de mil colorados e coloradas se deslocaram até Montevidéu para apoiar a equipe gaúcha na partida de ida.

Após um início de jogo aberto, com boas chances para as duas equipes, o Nacional abriu o placar com Vanzini, em forte cabeceio que Clemer não conseguiu defender. Apesar do placar adverso, o Inter não perdeu a calma depois do gol sofrido, e teve sua maturidade recompensada aos 45 minutos, quando Fabinho foi derrubado a centímetros da área adversária. Embora câmera alguma tenha flagrado, certamente o goleiro Bava rezava enquanto o árbitro contava os passos da barreira, sabendo que, em se tratando de Alex e Jorge Wagner, os dois atletas colorados que se preparavam para a batida, dificilmente teria chance de fazer a defesa – como de fato não teve. Em excelente cobrança, Jorge colocou a bola no ângulo, enquanto o goleiro uruguaio, ajoelhado, apenas lamentava a vantagem perdida. Fim de primeiro tempo, e o 1 a 1 no placar se mostrava muito interessante para a equipe gaúcha.

Até o momento, a campanha do Inter na Libertadores contava com aproveitamento de 100% nos jogos disputados no Beira-Rio, número construído através de dez gols marcados em apenas três partidas disputadas. Assim, um empate com gol marcado fora de casa parecia ser um resultado excelente. Abel, contudo, não pensou assim, e voltou do intervalo com novidades no ataque: no lugar de Rafael Sobis, entrou Rentería. Antes mesmo de completar trinta segundos em campo, o atacante colombiano já deu trabalho para a defesa uruguaia em perigoso chute com a perna esquerda, que passou perto do travessão. Assustada com o bom começo colorado, a torcida da casa atirou uma bomba na direção de Clemer, que precisou ser atendido por mais de dois minutos para então ser liberado a seguir em campo.

Apesar da pressão e violência dos torcedores locais, o Inter não se assustou, e seguiu chegando com perigo ao ataque. A substituição de Abel se mostrava acertada, com Rentería incomodando a zaga adversária. O atacante colorado estava à vontade, criando boas jogadas junto a Fernandão e Gabiru, flutuando entre os irritados defensores charruas que pareciam não saber como parar o saci.

Imparável Rentería

Foi assim que, aos 18 minutos, o gol da virada chegou. Após interceptar cruzamento em sua área, Clemer repôs rapidamente, lançando Fernandão. A zaga do Nacional afastou parcialmente, mas a bola voltou para o Eterno Capitão colorado, que de cabeça ofereceu precisa escorada para Rentería. Já no seu primeiro toque na bola, com o pé direito, o atacante colombiano, solidário na fria noite de Montevidéu, superou o zagueiro Pallas dando-lhe um lençol. A bola caiu na entrada da área, à feição para a perna canhota do saci, que enquadrou o corpo e soltou uma bomba. Nesta, Bava até pulou, mas nem precisava. Preciso, o chute do camisa dezenove do Inter encobriu o goleiro para morrer no canto esquerdo da meta uruguaia. Golaço. Antológico. Epopeico.

Emoldurando a obra de arte que acabara de ser produzida pelo artilheiro colorado, surgia uma bandeira da Colômbia no meio da enlouquecida multidão que lotava o setor visitante. Por um momento, a América inteira reverenciava a genialidade do garoto nascido em Quidbó, e ele decidiu homenagear suas raízes, festejando o gol não com a fantasia de Saci, e sim com sua outra comemoração tradicional, o ruque-raque, dança que mistura a salsa com o ritmo da música das bruxas, crença muito presente na sua cidade de origem. Ao seu lado, boquiaberto com o que vivenciava, Fernandão apenas sorria, admirando a felicidade no rosto do menino Rentería.

De maneira estapafúrdia, o árbitro Ruiz Óscar Julián puniu Rentería com um cartão amarelo. Provavelmente Julián conhecesse a lenda do Saci, mas não por completo. Assim, pensando que o cartão poderia servir como uma peneira, advertiu o atacante pela travessura que ele pregara na casa dos outros. Não bastasse prejudicar o camisa dezenove do Inter, poucos minutos depois o árbitro voltou a amarelar o goleador colorado, desta vez por obstruir cobrança de bola parada do time uruguaio. Assim, o herói da noite saiu de campo expulso e exposto para uma torcida sedenta, disposta a fazer o saci pagar por tudo que aprontara. Objetos foram arremessados, e o atacante somente deixou o gramado, com o olho visivelmente machucado, após o policiamento intervir, inclusive isolando os perturbados torcedores da cerca da arquibancada.

Se engana, no entanto, quem pensa que o desconforto do Nacional passou depois da injusta expulsão e das barbáries cometidas por sua torcida. Em publicação no site do clube charrua ao fim da partida, Rentería era chamado de fanfarrão e palhaço, e sua mal-interpretada comemoração, condenada. O único ponto de lucidez na infeliz nota foi o tom aparentemente conformista quanto à provável eliminação, resultado confirmado na semana seguinte após empate sem gols que garantiu a classificação do Inter, conquistada graças ao folclore brasileiro, e colombiano, que exorcizou da história colorada um fantasma uruguaio. O sonho do título seguia cada vez mais vivo.

Folclórico e habilidoso Saci Rentería

Mascotes de Inter e Caxias visitam pacientes em hospital

O pré-jogo entre Internacional e Caxias, partida de abertura do segundo turno do Gauchão disputada no último sábado (29/02), na Serra, foi marcado por um belíssimo gesto de solidariedade. Através de iniciativa do Consulado Colorado de Caxias, o mascote Saci se juntou aos mascotes caxienses Bepe e Falcão Grená para visitar o Hospital Geral (HG) no final da tarde da sexta-feira passada (28/02).

Além de propagar a união entre os clubes com alegria, os mascotes ajudaram na elevação da autoestima de 32 pacientes das unidades de internação pediátrica, oncológica pediátrica, psiquiatria infantojuvenil e internação adulto. À direção do HG, os dois clubes entregaram camisas oficiais autografadas por atletas, as quais serão utilizadas na arrecadação de fundos para a instituição. No dia seguinte, quando a bola rolou no Estádio Centenário, os três mascotes estiveram juntos em campo.

Gurias Coloradas visitam pacientes do Hospital da Criança Conceição

As Gurias Coloradas também fazem bonito fora das quatro linhas. Na última quarta-feira (22/01), cinco atletas representaram o grupo ao proporcionar uma tarde inesquecível para os pacientes da oncologia do Hospital da Criança Conceição. Leidi, Byanca, Luana Spindler, Shasha e Julia distribuíram brindes do Inter e levaram muita alegria para os pequenos. O mascote Saci também marcou presença, divertindo todos os envolvidos na ação organizada pelo Relacionamento Social do Inter.