Brasil bate Equador por 2 a 0 no Beira-Rio

Brasil venceu Equador por 2 a 0/Foto: Lucas Figueiredo

No Beira-Rio, a Seleção Brasileira superou o Equador, na noite desta sexta-feira (04/06), por 2 a 0. Partida de número 13 da história da Canarinho na casa colorada, valeu ao Brasil sua 10ª vitória no Gigante, conquistada através dos gols de Richarlison e Neymar.

O confronto integrou a sétima rodada das Eliminatórias para a Copa do Mundo de 2022. Líder na corrida sul-americana rumo Catar, o Brasil volta a campo na próxima terça-feira (08/06), às 21h30, diante do Paraguai. O duelo terá como palco o Defensores del Chaco.

Gigante recebeu o Brasil pela 13ª vez

Crias em casa

Lapidados pelo Celeiro de Ases, o goleiro Alisson e o meio-campista Fred iniciaram o duelo desta sexta como titulares do Brasil. Comandados por Tite, outro ex-colorado, a dupla vestiu as respectivas camisas de número um e oito. A comissão técnica canarinho, vale lembrar, conta com outra cria do Inter, Tafarrel, preparador de arqueiros.


Primeiro tempo morno, segundo com vitória

A Seleção Brasileira sofreu para criar oportunidades na etapa inicial, que presenciou forte marcação do Equador. Atento à postura adversária, que colocava o volante Méndez na caça de Neymar, Tite modificou a disposição tática canarinho ainda antes do primeiro tempo, com seus comandados partindo para esquema com dois pontas e dois atletas livres pelo centro do ataque.

Neymar deu uma assistência e marcou um gol/Foto: Lucas Figueiredo, CBF

O novo esquema foi mantido após o intervalo, e melhor adaptado a partir da entrada de Gabriel Jesus na ponta-direita. Ofensiva, a postura brasileira abriu espaços para o brilho de Neymar, que serviu, aos 19, linda assistência para Richarlison abrir o placar em forte canhotaço.

Jesus, Richarlison e Neymar seguiram estonteantes nos minutos seguintes à abertura do placar. Domínguez, inspirado, operou grandes milagres, que até retardaram o segundo gol brasileiro, mas não o impediram. Neymar precisou de duas cobranças, após o arqueiro rival se adiantar na primeira, para marcar, aos 49, o tento último da noite no Beira-Rio.

Richarlison abriu os caminhos para a Seleção/Foto: Lucas Figueiredo, CBF

Ficha técnica:

Brasil (2): Alisson; Danilo, Éder Militão, Marquinhos e Alex Sandro; Lucas Paquetá, Casemiro e Fred (Gabriel Jesus); Richarlison (Fabinho), Gabriel (Firmino) e Neymar. Técnico: Tite.

Equador (0): Domínguez; Ângelo Preciado, Arboleda, Arreaga e Estupiñán; Gruezo, Méndez (Estrada) e Franco; Mena (Cazares), Valencia (Jordy Caicedo) e Ayrton Preciado (Fidel Martinez). Técnico: Gustavo Alfaro.

Gols: Richarlison, aos 19’/1ºT, e Neymar, aos 49’/2ºT (B).

Cartões amarelos: Ângelo Preciado, Ayrton Preciado, Domínguez e Valencia (E). Fred e Éder Militão (B).

Arbitragem: Alexis Herrera, auxiliado por Carlos López e Jorge Urrego. Quarto árbitro: José Argote. Quarteto venezuelano. VAR: Christian Garay, do Chile.

Estádio: Beira-Rio.

Casa colorada viveu noite canarinho

Conversa com o ex-goleiro Ademir Maria

Atração diária da Rádio Colorada, o Programa do Inter desta quarta-feira (01/07) conversou com Ademir Maria, ex-goleiro alvirrubro. Confira abaixo a íntegra da entrevista com o arqueiro, que foi companheiro de ídolos como Manga, Taffarel e Gato Fernández ao longo de suas passagens pelo Clube do Povo entre anos como 1974 e 1977, 1987 e 1989 e 1991 e 1992:

Sport Club Internacional · Rádio Colorada: Entrevista exclusiva com o ex-goleiro Ademir Maria – 01/07/2020
Vestindo preto, Ademir Maria

De segunda a sexta, a partir das 18h, a Rádio Colorada apresenta o ‘Programa do Inter’, exibição que traz todas as atualizações sobre o dia a dia do Clube do Povo. Feito de torcedor(a) para torcedor(a), o Programa pode ser acompanhado através do APP oficial do Clube do Povo.

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Alisson Becker conversa com goleiros da base colorada

Melhor goleiro do mundo foi revelado no Celeiro de Ases

Depois de Taffarel, os goleiros da base do Internacional tiveram a oportunidade de conversar com outro melhor do mundo na posição e também criado no Celeiro de Ases. Alisson Becker, atualmente no Liverpool, da Inglaterra, realizou uma videoconferência na tarde desta quarta-feira (10/06) com a gurizada.

Alisson contou das angústias da espera para jogar como titular na base e no profissional e os ensinamentos que tirou dessas experiências, como, por exemplo, estar pronto para o momento que recebesse sua chance. As palavras resiliência e persistência foram muito citadas durante a explanação.

Confira alguns trechos da conversa:

Assim como aconteceu com Taffarel na semana passada, Alisson passou pelas perguntas do futuros goleiros. Foi a oportunidade de falar sobre os objetivos traçados ainda no tempo que atuava no Celeiro e também contar um pouco de tudo que vem vivendo na Europa, como a evolução do jogo com os pés e adaptação a novas culturas.

“Vocês estão na melhor escola de goleiros do Brasil. Não desistir é uma marca que carrego. Almejei muito me tornar o que sou hoje e me dediquei para isso. Se cobrem, mas não acima da medida. Os momento difíceis vem e são os mais importantes, porque eles nos ensinam. Escutem os preparadores, o convívio com eles é maior do que com a família e eles são capacitados para ajudar vocês demais”

Alisson Becker, goleiro do Liverpool-ING
Craque deu dicas e tirou dúvidas dos jovens goleiros

Por fim, Alisson ainda deu um último conselho ao guris. “Não deixem pessoas negativas influenciarem vocês, o mundo está cheio de maldade então tomem cuidado e coloquem a expectativa naquelas que acreditam e sonham junto com vocês, como por exemplo, a família”, recomendou o goleiro titular da seleção brasileira.

Além de todos os goleiros da base colorada, preparadores de todas as categorias e os preparadores da equipe profissional, Daniel Pavan e Durgue Vidal, também participaram da transmissão.

Cria do Celeiro de Ases, Taffarel conversa com goleiros da base colorada

Um papo franco e cheio de lições. Assim pode ser resumida a conversa, ocorrida na tarde desta terça-feira (02/06), que mobilizou os goleiros das categorias da Base Colorada. Através de uma vídeo conferência, Cláudio Taffarel, um dos maiores goleiros da história do futebol e formado como atleta no Internacional, conversou com os guris e com preparadores de goleiros.

Taffarel (E) durante a conversa feita com profissionais do Inter (D)

A finalidade da reunião, feita por videoconferência, foi apresentar uma das maiores referências de goleiros nascidos em termos futebolísticos no Clube. Os goleiros da base alvirrubra não puderam ver Taffarel jogar, mas, na última semana, receberam materiais sobre a trajetória dele para estudo, além textos e vídeos.

Taffarel contou detalhes da sua carreira, que teve sucesso no Internacional, em clubes italianos e no Galatasaray, da Turquia. A Seleção Brasileira também foi muito lembrada durantes as histórias contadas e também nas perguntas. O encontro contou ainda com a participação Daniel Pavan, que é o preparador de goleiros do time principal masculino do Inter.

O coordenador da preparação de goleiros das categorias de base do Colorado, Leonardo Martins, avaliou a experiência: “foi muito bom ter esse contato com o Taffarel, para conhecermos como eram os treinamentos, as potencialidades dele e as dificuldades. Buscamos a reflexão em cima do nosso trabalho atual, analisando a essência da formação de goleiros na base. O segredo do Inter é muita técnica e muito trabalho, e nós queremos melhorar ainda mais”.

Taffarel, que atualmente é o preparador de goleiros da Seleção Brasileira, deixou uma mensagem, no fim, para todos os futuros goleiros colorados: “vocês devem agradecer muito a Deus por trabalharem em um clube como o Inter e com profissionais tão bons, mas não esqueçam: se não tiver paixão e determinação de ir para um treino e atingir seus objetivos, não vai para frente. Hoje há muitos goleiros, a concorrência sempre vai aumentar, por isto é preciso ter um diferencial na técnica, principalmente, para conseguir seguir a carreira”.

Taffarel começou a jogar profissionalmente no Internacional já no Campeonato Brasileiro de 1986, quando foi uma das revelações da competição e passou a ser presença em convocações da Seleção Brasileira, onde jogou três Copas do Mundo – edições de 1990, 1994 e 1998 – e soma pela Seleção principal 104 jogos oficiais disputados e nove partidas não oficiais, além de compromissos realizados pela Seleção Olímpica e pela seleção que disputou um Pan-americano.

Taffarel completa 54 anos

Taffarel vestindo seu icônico uniforme preto com detalhes em vermelho/Foto: Divulgação

Cria do Celeiro de Ases, Taffarel está eternizado na história do futebol como um dos maiores de todos os tempos. Herói do Tetra, o ídolo de colorados, brasileiros, turcos e italianos completa, nesta sexta-feira (08/05), 54 anos de idade. Ocasião ideal, por óbvio, para lembrarmos da vitoriosa carreira do goleiro. Saiba mais sobre ela abaixo!

Nascido em Santa Rosa no dia 8 de maio de 1966, Cláudio André Mergen Taffarel operou seus primeiros milagres defendendo o Tupi de Crissiumal, time de município próximo ao seu de nascença. Destacado, seu desempenho alimentou o sonho de defender algum clube tradicional do Rio Grande do Sul, desejo mantido apesar das acumuladas reprovações em testes da dupla Gre-Nal, e realizado em 1985, quando aceito pelo Colorado. A partir de então, tudo em sua vida mudou.

Meses após desembarcar de mala e, como todo bom gaúcho, cuia em Porto Alegre, Taffarel rumou para a União Soviética, onde disputou, como titular, o Mundial Sub-20. Ao lado de nomes como Gerson e Silas, dupla que viria a defender o Colorado na década de 90, inclusive conquistando a Copa do Brasil de 1992, além de Müller e Romário – o baixinho, verdade seja dita, fora desconvocado ainda na fase de treinamentos -, o goleiro conquistou o segundo título do Brasil na categoria. Impecável em suas exibições, tendo sofrido apenas um gol em seis partidas, Cláudio, como à época era chamado, retornou ao Beira-Rio com status de titular, posição que ocupou a partir do mês de setembro.

Na temporada seguinte, em 1986, já consagrado junto à torcida colorada, acostumada a identificar grandes goleiros após anos de proteção garantida pelos ídolos Manga e Benitez, Taffarel foi um dos destaques do Brasileirão. Seu ápice vestindo vermelho, contudo, foi iniciado um ano depois. Infeliz pelo vice-campeonato Estadual, o primeiro semestre de 1987 começou a apresentar para o planeta um paredão especialista em penalidades. Na decisão do segundo turno do Gauchão, por exemplo, o arqueiro encaixou duas cobranças gremistas e garantiu a festa colorada no Estádio Olímpico. A segurança debaixo das traves foi mantida na Copa União – Nacional daquele ano -, também encerrada com a prata para o Inter. Cláudio foi eleito o melhor da posição no Campeonato, feito igualado em 1988, quando o Clube do Povo também repetiu a segunda colocação brasileira.

Imagens: RBSTV
Imagens: RBSTV
Imagens: RBSTV
Imagens: RBSTV
Imagens: RBSTV

Encerrada em 1990, a trajetória de Taffarel no Inter esteve marcada, ainda, pela grande campanha alvirrubra na Copa Libertadores de 1989. Eliminado nos pênaltis para o Olímpia, o Colorado superou grandes equipes na campanha, a exemplo de Bahia, atual campeão do Brasil derrotado nas quartas de final, e Peñarol, eliminado com um agregado de 8 a 3 na fase anterior, de oitavas. Quanto a títulos, o ídolo levantou, pelo Clube do Povo, os Torneios de Glascow e Cidade de Vigo, em 1987, Ceuta, em 1989, além da Taça Governador do Estado, também em 1987.

Imagens: RBSTV
Imagens: RBSTV
Imagens: RBSTV

Não foi apenas no Inter, todavia, que Taffarel brilhou. Já idolatrado pela Maior e Melhor Torcida do Rio Grande, no final da década de 80 o goleiro passou a conquistar, também, a admiração do povo brasileiro. Desta forma, logo surgiram súplicas por sua convocação à equipe principal de nossa Seleção, o que aconteceu, em definitivo, no ano de 1988, quando foi titular na conquista do Torneio Bicentenário da Austrália. No mesmo ano o paredão colorado alcançou a medalha de prata nas Olimpíadas de Seul, campeonato no qual atingiu status ainda maior, especialmente por seu desempenho magistral nas semifinais, defendendo três pênaltis contra a Alemanha Ocidental.

Imagens: BAND
Imagens: BAND
Imagens: BAND

O primeiro grande título de Taffarel com a canarinho chegou em 1989. Atuando em casa, o Brasil conquistou a Copa América muito por conta da solidez de sua defesa, vazada em somente uma ocasião apesar dos craques enfrentados, casos de Maradona, Valderrama, Francescoli e Rubén Paz. No ano seguinte, o camisa 1 foi o único jogador a manter seu prestígio intacto após a eliminação brasileira nas oitavas de final do Mundial da Itália, tanto que, apesar do trauma, seguiu na Seleção, tendo todo seu esforço recompensado na Copa do Mundo de 1994.

Nos Estados Unidos, Taffarel esteve sublime. Apenas três bolas visitaram as redes de sua baliza, mesmo número de pênaltis desperdiçados pelos italianos na decisão da Copa. Um destes foi o goleiro quem salvou, voando no canto esquerdo. Mais uma vez, o Brasil era campeão do mundo contando com a contribuição de um ídolo colorado, verdadeiro paredão, que em 1998 voltaria à final do torneio, conquistando a medalha de prata.

Imagens: Rede Globo
Imagens: Rede Globo

Por clubes, Taffarel vestiu as camisas de Parma, time que o contratou do Beira-Rio, Reggiana, equipe italiana que defendeu na temporada anterior à do Tetra, desempenhando papel de protagonista na campanha de permanência na primeira divisão do campeonato local, Atlético-MG, com quem venceu um Estadual e a Copa Conmebol, e Galatasaray-TUR, onde conquistou a Copa da Uefa de 2000, inclusive sendo eleito o melhor em campo na decisão, disputada frente ao Arsenal-ING de Henry. O goleiro encerrou a carreira no Parma-ITA, para onde retornou em 2002. Ídolo mundial, teve toda sua magnificência enquanto arqueiro reconhecida em 2009, quando a Federação Internacional de História e Estatística do Futebol (IFFHS) o elegeu o melhor brasileiro da posição em toda história.

Imagens: YouTube Galatasaray
Imagens: YouTube Galatasaray
Imagens: YouTube Galatasaray

Atual preparador de goleiros do Galatasaray e da Seleção Brasileira, Taffarel visitou o Beira-Rio no último mês de junho, quando o Brasil disputou, na casa colorada, amistoso contra Honduras, partida que integrou as comemorações pelos 50 anos do Gigante. Na ocasião, o ídolo falou sobre sua carreira e vida pessoal para o quadro ‘Abre o Jogo’, do Canal do Inter, e encantou a todos com a humildade e o coloradismo que lhe são costumeiros. Parabéns, paredão, e sai que é sua!

Dia do Goleiro: a dinastia de craques de luvas no Clube do Povo

Manga e Clemer, dois dos maiores goleiros da história colorada

Há quem diga que o goleiro é o maior estraga-prazeres do futebol. Infeliz posição, trataria-se do responsável por impedir o tão festejado gol, condenado a atuar no único recorte do campo onde a grama não nasce, entregue às lesões nos inchados quadris e calejados dedos. Este pensamento, certamente, não é compartilhado pela Maior e Melhor Torcida do Rio Grande.

Seja revelando verdadeiros paredões ou contratando craques da baliza, o Clube do Povo sempre viu sua meta protegida por nomes prestigiados no futebol. Mais do que isso, não são poucos os arqueiros presentes no seleto rol de ídolos eternos do Inter, dono de tradição rica e quase secular, como comprovam as figuras de Ivo Winck e Milton Vergara, respectivos goleiros das históricas formações de Rolo Compressor e Rolinho.

Conhecido como ‘Escola de Goleiros’, o Celeiro de Ases já revelou grandes nomes da posição. Camisa 1 colorado entre as temporadas de 1968 e 1970, octacampeão gaúcho pelo Inter, Schneider é um exemplo, assim como Gilmar, medalha de prata nas Olimpíadas de 1984, Taffarel, protagonista no tetracampeonato mundial do Brasil, Alisson, atual titular da Seleção Brasileira, além de outros selecionáveis, vide André e Renan. A herança, é bom lembrar, segue sendo honrada, fato constatado nas presenças de Daniel e Keiller, formados nas categorias de base do Clube, dentro do grupo profissional vermelho, onde, a cada oportunidade recebida, demonstram enorme potencial.

É igualmente impossível esquecer daqueles que, embora revelados por outros clubes, marcaram época no Colorado gaúcho. Clemer, com seus milagres que ajudaram a conquistar a América e o Mundo, Benítez, titular no inigualável título brasileiro invicto de 1979, e Gato Fernández, arrojado camisa 1 da gloriosa campanha da Copa do Brasil de 1992; são alguns deles. Além, é claro, do saudoso Manga, principal homenageado deste domingo (26/04).

Haílton Corrêa Arruda nasceu no dia 26 de abril de 1937 em Recife, capital pernambucana. Começou sua carreira em 1955, no Sport, e de lá seguiu para o Botafogo. No Rio, Manga era o primeiro nome do estrelado alvinegro que contava com Nilton Santos, Didi, Garrincha, Zagallo e Amarildo. Suas grandes atuações chamaram a atenção de Vicente Feola, técnico da Seleção, que o convocou para a Copa do Mundo de 1966. Três anos depois, transferiu-se para o Nacional, de Montevidéu, onde permaneceu até ser contratado pelo Inter, em 1974.

Em Porto Alegre, Manga fez história. Bicampeão brasileiro, três vezes vencedor do Campeonato Gaúcho, encantou colorados e coloradas por seu gigantismo debaixo das traves. Magistral na defesa de cobranças de falta, excelente nas reposições, preciso para não ser enganado pelos chutes mais venenosos, Manguita pode se orgulhar de ter sido praticamente perfeito durante os anos em que defendeu o Clube do Povo. Foi nesta época, mais precisamente em 1976, que teve seu maravilhoso currículo recompensado com a oficialização do Dia do Goleiro na data de seu aniversário. Uma homenagem justa a um dos maiores arqueiros da história do país, que hoje completa 83 anos.

Conheça alguns dos milagres de Manga

Atualmente, o Inter segue se destacando na posição. Movidos pela responsabilidade de estar à altura da extensa lista de craques que já defenderam a meta colorada, Daniel Pavan e Durge Vidal, responsáveis pela preparação de goleiros profissionais do Clube, têm desempenhado grande trabalho, nacionalmente reconhecido pelos frutos que já foram colhidos.

Marcelo Lomba, hoje o titular colorado, foi eleito, em mais de uma votação, o melhor goleiro do Brasileirão de 2018. Danilo Fernandes, por sua vez, chegou a ser convocado para a Seleção Brasileira no início de 2017, após se destacar com a camisa do Inter no ano anterior, e goza da confiança da Maior e Melhor Torcida do Rio Grande, assim como Daniel e Keiller. Assim, o Clube do Povo segue comprovando a máxima de que todo grande time começa por um grande goleiro!